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A ÚNICA COISA

“… Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. Apocalipse 5.12 (ARA)

 

 

 

 

Assim os exércitos de anjos proclamavam em grande voz os méritos do Senhor Jesus ressuscitado: o poder para realizar a Sua obra; a riqueza necessária ao cumprimento de qualquer demanda; a sabedoria do conhecimento de Deus e da prática para solucionar os problemas da vida; a força capaz de destroçar todos os poderes do mal; a honra, que fará com que um dia todo joelho se dobre diante dEle e toda a língua O confesse como Senhor; a glória, que Ele, como Deus Filho compartilha com o Pai, e o louvor de todos os redimidos como nós, como a única coisa que podemos ofertar a Ele que é o divino detentor de tudo o que existe! 

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UM SÓ DEUS E UM SÓ MEDIADOR

Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos…” 1 Timóteo 2.5-6 (ARA)

 

 

 

 

 

O apóstolo Paulo de forma cabal, por meio das maiores verdades da fé cristã, aqui responde a questões essenciais da vida humana: primeiramente aos pagãos que creem em miríades de deuses criados por eles próprios, muitas vezes competindo e guerreando entre si, e a seguir às crenças tão difundidas de que existem diversos mediadores entre os homens e Deus. Não, assevera o apóstolo, há somente um Deus cujo nome é Pai e cuja natureza é amor, que deseja a salvação de todos nós; mas há também um só mediador, Jesus Cristo Deus e homem, que deu-Se a Si mesmo para que pudéssemos todos voltar ao Pai!

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SACRIFÍCIO VIVO DE NÓS MESMOS

 “… Quando jejuastes e pranteastes, no quinto e no sétimo mês, durante estes setenta anos, acaso, foi para mim que jejuastes, com efeito, para mim? Quando comeis e bebeis, não é para vós mesmos que comeis e bebeis?”. Zacarias 7.5-6 (ARA)

 

 

 

 

 

 

Paulo, em 1 Coríntios 10.31 ensina: “… quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”, e essa é a atitude que todo verdadeiro crente deve ter, ao contrário do que faziam os israelitas aqui admoestados pelo profeta, que realizavam seu culto a Deus com os corações distantes dEle, ocupados exclusivamente com eles próprios e com suas necessidades corpóreas. Quando vamos cultuar a Deus temos verdadeira comunhão com Ele e com os irmãos, ou trata-se de mero hábito? O Senhor jamais se agrada de uma adoração que não é um sacrifício vivo de nós mesmos!

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