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DESTINOS SELADOS

Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo! Isaías 5.20 (ARA)

 

 

 

 

Deus ama a virtude e a piedade, mas abomina o pecado e a maldade. Por isso, aqueles que ousam travestir as ordenanças do Senhor, os ensinamentos que nos legou, apoiando, aplaudindo e defendendo as aberrações que vemos no mundo de hoje, frutos da ignorância e do engano, como o aborto, o sincretismo religioso, o alcoolismo, a homossexualidade e outras perversões sexuais, têm seus destinos selados, como Jesus enfatizou em Mateus 13.49-50: “… sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes”.

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INSTRUMENTOS DE SERVIÇO A ELE

“… mas Deus estava com ele e livrou-o de todas as suas aflições…”. Atos 7.9-10 (ARA)

 

 

 

 

 

 

Ao considerarmos a vida sofrida, porém íntegra e fiel a Deus de José, e depois as abundantes recompensas que o Senhor derramou sobre ele, vemos que Estêvão ressalta que o Senhor dotara José da graça e da sabedoria necessárias e suficientes para que Faraó lhe desse toda a autoridade que deu, mas também podemos extrair alguns princípios de conduta cristã fundamentais para nós nos dias de hoje: as aflições, mesmo que prolongadas, não devem nos desanimar, a inveja e a traição podem ser superadas pela fidelidade a Deus, as recordações desagradáveis não devem nos derrotar, e as bênçãos com as quais o Senhor eventualmente nos outorgar são instrumentos de serviço a Ele!

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SEMEADURA E COLHEITA

“Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões”. Salmos 51.1 (NTLH)

 

 

 

 

 

 

Vivemos na terra segundo o princípio inexorável da semeadura e da colheita: colhemos aquilo que plantamos, não obstante recebermos o perdão gracioso de Deus se contritos nos arrependermos. Nenhum pecado é demasiado grande para não ser perdoado, no entanto, se o perdão não apaga as consequências do pecado, a graça de Deus proporciona a força necessária para que suportemos os efeitos da nossa iniquidade. É importante também reconhecer que o sofrimento da colheita não compensa o prazer do plantio, mas se entregarmos nossa vida a Deus, Ele nos dará sabedoria para dizermos não ao pecado!

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