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AS MAIS RICAS

“Mas sede fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra terá recompensa”. 2 Crônicas 15.7 (ARA)

 

 

 

 

Essa exortação de Azarias aos homens de Judá serve-nos de estímulo quando servimos na obra de Deus, porque faz-nos lembrar que se nos mantivermos firmes no cumprimento de nossos deveres maiores, do alto nos virão as recompensas excelsas que o Senhor tem reservadas aos Seus servos fiéis. O reconhecimento e a recompensa ao nosso serviço – embora nunca possam ser um objetivo – não deixam de ser motivações que nos movem em duas dimensões: a temporária, conferidas nesta vida quando agimos de acordo com os propósitos do Senhor, e as eternas – as mais ricas – que nos serão outorgadas na vida por vir.

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HOSPITALIDADE

Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticando-a, sem o saber acolheram anjos. Hebreus 13.2 (ARA)

 

 

 

 

Três personagens bíblicos acolheram anjos: Abraão (Gênesis 18.1ss), Gideão (Juízes 6.11ss) e Manoá (Juízes 13.2ss). Algumas pessoas alegam que não podem hospedar pessoas por falta de espaço ou de conforto em suas casas, mas se ali houver apenas uma mesa e duas cadeiras disponíveis, não faltarão pessoas que se sentirão agradecidas por passar algum tempo em nossos lares: visitantes à nossa igreja a quem podemos oferecer um almoço ou conhecidos solitários que apreciarão momentos conosco, pois hospitalidade significa apenas fazer com que outros sintam-se bem recebidos em nossa casa!

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JULGADOS E CONDENADOS

Para os perversos, diz o meu Deus, não há paz. Isaías 57.21 (ARA)

 

 

 

 

 

Nosso Deus de graça e misericórdia tem uma terna compaixão pelos humildes e contritos, provendo-lhe a paz que amam e de que necessitam para viver. Mas os ímpios, dominados pelas corrupções, paixões e concupiscências que inundam seus corações, vivem sob intensa apreensão de culpa e ira que não permite que desfrutem a própria vida, por isso suas consciências jamais cessarão de causar-lhes desassossego. Afastados de Deus, desprovidos de paz interior, espiritual e eterna, a expectativa da própria morte os apavora, pois sentem que se aproxima o dia em que por suas maldades serão julgados e condenados!

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