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LUZ E TREVAS

“… quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus. João 3.21 (NVI)

 

 

 

 

Existem pessoas que reagem a Jesus de maneira hostil ou indiferente, assim fazendo uma opção crucial de vida: preferir as trevas à luz. Enquanto as trevas tudo escondem, a luz a tudo revela, por isso quando nos vemos frente a Jesus revelamo-nos tal qual somos. Deus nos fez luzeiros no mundo, e muitas vezes a luz de Jesus refletida em nós se torna ameaçadora para aqueles que preferem se esconder nas trevas, temendo que algo obscuro possa deixar-se entrever em suas vidas. Mantenhamo-nos em fervorosa oração por eles, para que compreendam que é incomparavelmente melhor viver na luz que na escuridão!

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LUZ E TREVAS

Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. 1 João 1.6 (ARA)

 

 

 

 

Deus é luz, o que significa que é puro, santo, verdadeiro, confiável e Sua augusta presença expulsa as trevas do mal e do pecado. Portanto, se desejamos estar com Ele, termos comunhão com Ele, estarmos em Cristo, jamais poderemos cultivar um estilo de vida pecaminoso; se dizemos uma coisa com nossos lábios e outra, oposta, com a nossa conduta, com as nossas atitudes, com a nossa vida, somos mentirosos, e Deus, de quem nada está oculto, não pode ser enganado. Por isso Paulo em Gálatas 6.7 alerta: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará”.

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LUZ E TREVAS

E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. Gênesis 1.4 (ARA)

 

 

 

 

 

 

Tudo o que é verdadeiramente bom é aquilo que Deus vê como tal, e não o que o homem assim considera. Se o Senhor viu que a luz era boa e Ele é a fonte de toda luz, devemos por isso louvá-Lo incessantemente, porque, o que seria de nós sem a Sua luz inefável? Em que trevas terríveis viveríamos? Que neste dia meditemos sobre esta ação extraordinária de Deus, que separou a luz das trevas, tanto na dimensão física quanto na espiritual, colocando-as de forma a não se juntarem, de não se harmonizarem, porque, como Paulo alerta em 2 Coríntios 6.14, “… que comunhão (pode haver), da luz com as trevas?”.

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