julho 2026

UNIDADE

“Deus colocou todas as coisas debaixo de seus pés e o designou como cabeça de todas as coisas para a igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que enche todas as coisas, em toda e qualquer circunstância”. Efésios 1.22-23 (ARA)

 

 

 

 

O mundo vive em completa desunião: entre as nações, entre os homens de uma mesma nação, no interior do próprio homem, entre o homem e a natureza, e, o mais grave, entre o homem e Deus, que então enviou Jesus Cristo ao mundo para promover a reconciliação entre tudo o que parece irreconciliável aos olhos humanos. Só El pode trazer unidade entre os homens e destes com Deus, e a Igreja é o instrumento divino para tal desiderato: Cristo a cabeça, a Igreja o Seu corpo, nossas mãos para realizar a Sua obra, nossos pés para levá-Lo aos confins da terra e nossa voz para proclamá-Lo aos quatro ventos!

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DESCANSEMOS NELE

“O trabalhador pode ter pouco ou muito para comer, mas pelo menos dorme bem à noite. Porém o rico se preocupa tanto com as coisas que possui, que nem consegue dormir”. Eclesiastes 5.12 (NTLH)

 

 

 

 

O homem que trabalha dedicada e honestamente porque tem Deus por seu guia e protetor, mesmo que não enriqueça é feliz e realizado, e então pode à noite recostar a cabeça ao travesseiro e dormir em paz, porque está em paz consigo mesmo e com o Senhor, fazendo o que o Pai esperava dele. Enquanto isso, o rico padece de insônia pelos muitos problemas que angaria em sua luta inglória e nem sempre lícita por fortuna, prazer e poder. Que neste dia lembremos de que tudo aqui na terra é transitório, e agradeçamos a Deus pela provisão que por Sua graça nos concede e com alegria descansemos nEle!

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ADOTADOS

“Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus, pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram”. Gálatas 3.26-27 (ARA)

 

 

 

 

 

 

Com que imensa, incomparável, inefável bênção fomos distinguidos pela graça divina: por meio da fé em Jesus Cristo, todos nós, cristãos, fomos feitos filhos de Deus! E a união com Cristo, que aconteceu quando da nossa conversão, é confessada pelo nosso batismo, que embora trate-se apenas de uma manifestação pública da nossa identificação com Cristo, é também uma declaração de submissão à Sua liderança e à Sua autoridade, ocasião em que O reconhecemos como nosso verdadeiro Senhor, mostrando de forma visível que fomos adotados na família de Deus como Seus filhos.

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