agosto 2026

UNICIDADE

“E Jesus clamou, dizendo: Quem crê em mim, crê, não em mim, mas naquele que me enviou. E quem me vê a mim vê aquele que me enviou”. João 12.44-45 (ARA)

 

 

 

 

A perfeita, absoluta e cabal unicidade com Deus Pai é aqui declarada por Jesus, ao mostrar a impossibilidade de crer em um e não crer no outro, reafirmando que não seria concebível crer no Pai sem dar igual honra ao Filho. A suprema importância de Jesus, portanto, é que ver a Jesus é ver a Deus, e ouvir o Filho é ouvir ao Pai; só em Jesus podemos encontrar a Deus e só quando estamos nEle é que Deus nos encontra, por esse motivo é por nossa atitude para com Jesus é que nos revelamos a nós mesmos, e é mediante a nossa reação para com Jesus que nos julgamos a nós próprios!

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SERVO SOFREDOR

“Assim como a chuva vem de cima, eu enviarei do céu a minha vitória. A terra se abrirá para recebê-la e fará brotar a salvação e a liberdade. Eu, o SENHOR, farei isso”. Isaías 45.8 (NTLH)

 

 

 

 

O propósito supremo de Deus para o mundo não é juízo, mas sim salvação. Para isso, a justiça divina deve ser produzida, o arrependimento deve vir sobre os corações e o afastamento do pecado o procedimento cotidiano. Cristo morreu para nos salvar das nossas iniquidades, e não em nossas iniquidades, assim Ele nos foi feito redenção, justiça e santificação. Deus chama os céus para trazerem a “chuva” da justiça que cobrirá a terra “… como as águas cobrem o mar…”, e tudo se fará segundo o Seu propósito soberano e perfeito, como resultado da transformação do mundo pela obra do Servo Sofredor, o Messias!

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JESUS CRISTO VISTO EM NÓS

 

“… senti que era necessário escrever-lhes insistindo que batalhassem pela fé uma vez por todas confiada aos santos”. Judas 1.3 (NVI)

 

 

 

 

 

Tal como na época de Judas, meio irmão de Jesus, a verdade cristã está sob o ataque dos inimigos que, dirigidos por satanás, tentam abalar as grandes doutrinas fundamentais da fé. Por essa razão, como cristãos verdadeiros devemos nos manter firmes na defesa da inspiração, da inerrância, da autoridade e da suficiência da Palavra Sagrada de Deus. Porém é necessário que, ao batalharmos pela fé que nos foi entregue de forma definitiva e completa, não só a proclamemos onde quer que estejamos, mas também a manifestemos por meio de nossas atitudes, cientes de que é imperativo que seja Jesus Cristo visto em nós!

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