agosto 2025

MISERICÓRDIA E GRAÇA

Mas, pela tua grande misericórdia, não acabaste com eles nem os desamparaste; porque tu és Deus clemente e misericordioso. Neemias 9.31 (ARA)

 

 

 

 

Louvado seja o nosso grande Deus que, apesar de toda a nossa pecaminosidade mantém-se fiel e justo! A missão impossível de Neemias e do povo de Israel completara-se, e os muros de Jerusalém estavam restaurados, agora era preciso passar para a outra etapa de reconstrução: aceitar e aplicar as instruções de Deus. Neste dia, se revirmos nossa história de vida, constataremos que, enquanto pecamos, falhamos e nos desviamos, o Senhor manteve-se permanentemente gracioso, misericordioso e fiel, por isso, por amor a Ele, tal como os israelitas, arrependamo-nos e não nos afastemos dos Seus retos caminhos!

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SENDAS DE VIDA PLENA

“…graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas, para alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz.” Lucas 1.78-79 (ARA)

 

 

 

 

Toda a nossa vida é uma preparação para nos levar a Cristo, e Deus faz tudo o que contribua para isto, dia após dia, e assim enviou João Batista para preceder o Senhor Jesus, preparando-Lhe o caminho. O inexprimível amor de Deus e a Sua terna misericórdia permitiram que Seu Filho nos visitasse, das alturas viesse até nós para nos trazer a luz do amor divino que dissipa as trevas do pecado e da inimizade contra Ele, nos trazendo a paz. Por isso neste dia regozijemo-nos intensamente porque através de Cristo agora podemos caminhar pelas maravilhosas sendas que significam vida plena e não mais morte eterna!

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DEUS ME AMA!

 “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti”. Isaías 49.15 (ARA)

 

 

 

 

O amor de Deus por nós é mais profundo e completo que qualquer forma de amor humano, incluindo o amor maternal. Mesmo que intelectualmente convencidos deste fato, será que cremos no âmago de nosso ser que Deus realmente cuida de nós, e nos ama independentemente de qualquer obrigação teológica que pudesse ter? Digamos hoje convictos para nós próprios, do fundo dos nossos corações: “Deus me ama!”, e sentiremos paz, segurança e uma espécie de compaixão serena por nós mesmos, uma ternura que é a essência da natureza divina manifestada em nós e por nós!

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