novembro 2025

OBRA DE CRISTO

“Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos…” Romanos 4.7 (ARA)

 

 

 

 

Quando Davi, esgotado pelas acusações da própria consciência profere essa declaração, fala de sua própria experiência: após ter adorado e servido a Deus por muito tempo, caiu em pecado e então perdoado, constatou que não há outro caminho na direção da felicidade senão aquele em que o Senhor misericordiosamente nos concede Sua graça e não nos imputa nossas transgressões. A comunhão com Deus e a salvação não são alcançadas mediante nossas obras, não dependem de méritos humanos, mas procedem do dom do perdão divino, pois é somente pela obra de Cristo que somos justificados!

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CONSIDERADOS JUSTOS

“Mas regozijem-se todos os que confiam em ti; folguem de júbilo para sempre, porque tu os defendes; e em ti se gloriem os que amam o teu nome. Pois tu, SENHOR, abençoas o justo e, como escudo, o cercas da tua benevolência”. Salmos 5.11-12 (ARA)

 

 

Deus está permanentemente dando provas das muitas e maravilhosas bênçãos que, sem cessar, derrama sobre todos os que confiam nEle, e para nos certificarmos disso basta atentarmos para o que Ele faz todos os dias na vida dos que são Seus. Por isso, seríamos ingratos para com o nosso Pai Celestial se tal constatação não nos trouxesse alívio, conforto e alento apesar das agruras da nossa trajetória terreal; e mais que isso, se não nos enchesse da mais autêntica alegria que só a proteção divina e Seu amor paternal podem nos proporcionar, a nós que, como Seus servos, somos por Ele considerados justos!

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FARDOS

Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo. () Porque cada um levará o seu próprio fardo. Gálatas 6.2,5 (ARA)

 

 

 

 

Em nossa peregrinação terreal, todos temos cargas a levar, algumas mais pesadas, outras mais leves, mas todas refletem nossas fraquezas, pecados, falhas, provações e tentações, e revelam-se muitas vezes em uma crise, uma situação de emergência ou circunstância de grande tristeza. Quando encontramos alguém em dificuldades ou angústia, demonstramos amor a esse próximo ajudando no que for possível, jamais nos afastando ou criticando. No entanto, há fardos pelos quais somos pessoalmente responsáveis e que cada um deve carregar por si mesmo para apresentá-los perante o trono de julgamento de Cristo!

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