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SACRIFÍCIOS

“Recebi tudo e tenho abundância…”. Filipenses 4.18 (ARA)

 

 

 

 

 

 

Que melhor resposta poderíamos desejar como cristãos sobre um ato de bondade por nós praticado, que ser considerado uma oferta santa que o próprio Deus recebe e com ele Se deleita? O exercício de amor que Deus nos impõe não se limita a produzir benefícios no plano terreal, mas é um serviço espiritual e sagrado prestado diretamente a Ele, como Hebreus 13.16 pondera: “Não se esqueçam da prática do bem e da mútua cooperação, pois de tais sacrifícios Deus se agrada”, assim sinalizando que os altares sobre os quais nossos sacrifícios devem ser apresentados são os necessitados e os servos de Cristo.

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CONSOLO INEFÁVEL

A ti levanto as mãos; a minha alma anseia por ti, como terra sedenta. Salmos 143.6 (ARA)

 

 

 

 

Davi emprega aqui uma forte imagem para realçar naquele momento sua necessidade veemente do auxílio divino, como a terra que, abrasada, ressequida pelo inclemente calor do sol, se fende e se abre à espera do alívio das chuvas que parecem tanto tardar a cair. Quando nosso espírito está oprimido, debilitado, em desespero, desesperançado, é dessa forma que devemos clamar a nosso Deus orando pelo refrigério de Seu consolo inefável de que tanto carecemos, pois, como louvaram confiantemente os descendentes de Coré nos Salmos 46.1, “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.”

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VERDADEIRO AMOR

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece. 1 Coríntios 13.4 (ARA)

 

 

 

 

O verdadeiro amor é longânime para com todas as pessoas, por mais ferinas, desagradáveis e recalcitrantes que sejam, e revela força, sabedoria e confiança na vitória final em Cristo, representando o amor de Deus para conosco; é benigno, delicado, doce para com todos, desprovido de crítica e julgamento; não cobiça o que é dos outros, nem se ressente pelo fato de que aqueles têm coisas que não pode ter; é modesto, humilde e grato por poder amar, embora tenha consciência de que nunca poderá amar o suficiente; não é arrogante, presunçoso ou egoísta, jamais pensando em sua própria importância!

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