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CONSOLO INEFÁVEL
“A ti levanto as mãos; a minha alma anseia por ti, como terra sedenta.” Salmos 143.6 (ARA)

Davi emprega aqui uma forte imagem para realçar naquele momento sua necessidade veemente do auxílio divino, como a terra que, abrasada, ressequida pelo inclemente calor do sol, se fende e se abre à espera do alívio das chuvas que parecem tanto tardar a cair. Quando nosso espírito está oprimido, debilitado, em desespero, desesperançado, é dessa forma que devemos clamar a nosso Deus orando pelo refrigério de Seu consolo inefável de que tanto carecemos, pois, como louvaram confiantemente os descendentes de Coré nos Salmos 46.1, “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.”
24 de dezembro de 2025
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