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TODA A GLÓRIA

“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”. Romanos 12.1 (ARA)

 

 

 

 

Nosso corpo reúne o nosso ser físico, suas funções e propriedades, e em um certo sentido representa toda a nossa vida, que deve ser inteiramente consagrada a Deus. Se o Seu Filho morreu por nós, o mínimo que podemos fazer é viver por Ele, e nenhum sacrifício que prestarmos será grande demais. Como cristãos e sacerdotes, santificados e de propriedade exclusiva de Deus, não nos apresentamos a Deus como outrora, levando animais imolados, mas dedicando-Lhe o sacrifício espiritual de toda a nossa plenitude existencial, corpo, alma e espírito, tributando-Lhe assim toda a glória pelo que somos e temos!

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O QUE É DO SEU AGRADO

“Assim diz o Senhor: ‘Não se glorie o sábio em sua sabedoria nem o forte em sua força nem o rico em sua riqueza, mas quem se gloriar, glorie-se nisto: em compreender-me e conhecer-me, pois eu sou o Senhor, e ajo com lealdade, com justiça e com retidão sobre a terra, pois é dessas coisas que me agrado’, declara o Senhor”. Jeremias 9.23-24 (ARA)

 

 

 

 

 

 

Na vida terreal quem conseguiu reunir muito conhecimento orgulha-se desse fato, aquele que conquista muito poder sente grande satisfação com seus feitos, e o rico é vaidoso de sua riqueza. Entretanto, nada disso tem valor eterno, porque tudo vem de Deus e existe por Ele e para Ele, por isso o Senhor nos diz para considerarmos que o único motivo de verdadeiro orgulho é compreendê-Lo e conhecê-Lo de forma pessoal, vivendo de tal maneira que nossas atitudes reflitam – pela ação do Espírito Santo que habita em nós – Sua lealdade, justiça e retidão, fazendo assim o que é do Seu agrado.

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OBJETOS DE MISERICÓRDIA

“… não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou…”. Tito 3.5 (ARA)

 

 

 

 

Não podemos nos salvar por conta de nossas boas obras, somos salvos somente pela graça e misericórdia de Deus, por isso as boas obras que praticamos não nos salvam, são resultado da nossa condição de salvos. Fomos libertos de nossa miserável condição de pecadores não por nosso próprio merecimento e esforço, mas somente pelo amor incompreensível e incondicional de Deus, pelos méritos de Cristo e pela operação do Espírito Santo. Por isso, não temos motivos para desprezar os inconversos, mas devemos orar por eles, para que possam também ser objetos de misericórdia, como nós um dia fomos!

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