JUSTO JUIZ

Mas tu não devias ter olhado com prazer para o dia de teu irmão, o dia da sua calamidade; nem ter-te alegrado sobre os filhos de Judá, no dia da sua ruína; nem ter falado de boca cheia, no dia da angústia…” Obadias 1.12 (ARA)

 

 

 

 

Os edomitas perversamente haviam assistido com satisfação as aflições do povo de Deus, indiferentes ao seu sofrimento – de forma semelhante à que agiram o sacerdote e o levita com relação ao homem ferido na parábola do bom samaritano que Jesus contou em Lucas 10.30-37 – quando deveriam ter sido solidários com o seu próximo atribulado. Lembremos hoje que somente Deus é o Justo Juiz que tudo julga com perfeita justiça, por isso nunca devemos nos alegrar com a desgraça alheia, como Provérbios 24.17 ensina: Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e não se regozije o teu coração quando ele tropeçar…”.

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AMOR, SUBMISSÃO E OBEDIÊNCIA

“Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. João 20.21 (ARA)

 

 

 

 

Naquele momento Jesus proferiu uma ordem que a Igreja jamais deveria esquecer, pois trata-se de sua missão, e denota três aspectos: Jesus precisa da Igreja, pois é o Seu corpo, que passa a ser a boca que fala pelo Salvador; por outro lado, a Igreja precisa de Jesus, pois sem Ele não haveria mensagem a ser proclamada, não haveria poder e orientação para fazê-lo e não haveria socorro quando o inimigo se insurge criando óbices; e o ide de Cristo à Igreja transcorre em paralelo ao Seu próprio envio por Deus, assim os mesmos amor, submissão e obediência que Jesus dedicou ao Pai, a Igreja deve tributar ao Filho!

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SEM AMOR

Eu, o SENHOR Todo-Poderoso, tinha ordenado isto ao povo: Sejam honestos e corretos e tratem uns aos outros com bondade e compaixão. (…) Porém eles se revoltaram e não quiseram obedecer. Viraram as costas para mim e taparam os ouvidos para não ouvir as minhas ordens. Zacarias 7.9,11 (NTLH)

 

 

 

 

Há mais de 2.500 anos Deus já exortava e admoestava Seu povo pela desobediência e obstinação de atitudes, através das quais perseveravam na impiedade e na injustiça com relação aos irmãos, recusando-se a ouvir a Palavra do Senhor e a se submeter ao jugo suave e ao fardo leve dos Seus mandamentos. Nos dias de hoje sabemos que há pouca ou nenhuma diferença em determinados lugares em que supostamente cultua-se a Deus: faz-se acepção de pessoas, inexistem atitudes fraternas, a injustiça é regra geral, e ignora-se que, sem amor, sacrifícios e adoração nada significam para Deus! 

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