CONSOLO INEFÁVEL

A ti levanto as mãos; a minha alma anseia por ti, como terra sedenta. Salmos 143.6 (ARA)

 

 

 

 

Davi emprega aqui uma forte imagem para realçar naquele momento sua necessidade veemente do auxílio divino, como a terra que, abrasada, ressequida pelo inclemente calor do sol, se fende e se abre à espera do alívio das chuvas que parecem tanto tardar a cair. Quando nosso espírito está oprimido, debilitado, em desespero, desesperançado, é dessa forma que devemos clamar a nosso Deus orando pelo refrigério de Seu consolo inefável de que tanto carecemos, pois, como louvaram confiantemente os descendentes de Coré nos Salmos 46.1, “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.”

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VERDADEIRO AMOR

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece. 1 Coríntios 13.4 (ARA)

 

 

 

 

O verdadeiro amor é longânime para com todas as pessoas, por mais ferinas, desagradáveis e recalcitrantes que sejam, e revela força, sabedoria e confiança na vitória final em Cristo, representando o amor de Deus para conosco; é benigno, delicado, doce para com todos, desprovido de crítica e julgamento; não cobiça o que é dos outros, nem se ressente pelo fato de que aqueles têm coisas que não pode ter; é modesto, humilde e grato por poder amar, embora tenha consciência de que nunca poderá amar o suficiente; não é arrogante, presunçoso ou egoísta, jamais pensando em sua própria importância!

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SOMENTE UM PASSO

“Portanto, dize-lhes: Assim diz o SENHOR Deus: Não será retardada nenhuma das minhas palavras; e a palavra que falei se cumprirá, diz o SENHOR Deus”. Ezequiel 12.28 (ARA)

 

 

 

 

Quando falamos a algumas pessoas incrédulas sobre a morte, o juízo, o céu e o inferno, imaginamos que assim agindo estaremos persuadindo-as a conhecer a Jesus e a viver uma vida santa. Mas elas, embora possam reconhecer que realmente exista uma condição de recompensa e punição no futuro, tentam minimizar o poder dessas grandes verdades, considerando que as coisas do outro mundo estão ainda muito distantes. Argumentam então que são questões sobre as quais ainda têm tempo para pensar, enquanto que, na verdade, há somente um passo entre elas e a morte eterna, ente elas e uma eternidade terrível!

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