VIVER PARA A SUA GLÓRIA ETERNA

Porei o meu Espírito em vocês e os levarei a agirem segundo os meus decretos e a obedecerem fielmente às minhas leis. Ezequiel 36.27 (NVI)

 

 

 

 

 

Deus, desde os tempos eternos, mantém o propósito de efetuar uma boa obra em nossas vidas, a fim de qualificar-nos para que nós mesmos também realizemos boas obras. Assim é que a Palavra de Cristo é derramada sobre as nossas consciências para purificá-las e então a graça do Espírito Santo venha depurar as nossas almas de todas as inclinações e disposições corruptas. Quando Deus perdoa os nossos pecados e a nossa natureza corrompida é santificada, ficamos livres de nossas imundícies, prontos a receber a salvação, e dessa forma, pela Sua maravilhosa graça, viver para a Sua glória eterna.

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DESCOBERTA PESSOAL

“… Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Mateus 16.16 (ARA)

 

 

 

 

 

Pedro não poderia ter dado uma resposta teológica mais correta que essa ao afirmar que Jesus era o Filho do Deus vivente, pois nenhuma descrição meramente humana seria adequada para referir-se a Ele, como o povo estava tentando fazer. Além disso, esta passagem deixa claro que nossa descoberta de Jesus deve ser de ordem pessoal, e não em função daquilo que as pessoas acham. Alguém pode pensar que conhece Jesus pelo que tem sido dito sobre Ele, mas ser cristão não consiste apenas em conhecer algo sobre Jesus, mas sim em conhecer a Jesus em espírito e em verdade, obedecer-Lhe e imitá-Lo!

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SACRIFÍCIO VIVO

 “… Quando jejuastes e pranteastes, no quinto e no sétimo mês, durante estes setenta anos, acaso, foi para mim que jejuastes, com efeito, para mim? Quando comeis e bebeis, não é para vós mesmos que comeis e bebeis?”. Zacarias 7.5-6 (ARA)

 

 

 

 

Paulo, em 1 Coríntios 10.31 ensina: “… quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”, e essa é a atitude que todo verdadeiro crente deve ter, ao contrário do que faziam os israelitas aqui admoestados pelo profeta, que realizavam seu culto a Deus com os corações distantes dEle, ocupados exclusivamente com eles próprios e com suas necessidades corpóreas. Quando vamos cultuar a Deus temos verdadeira comunhão com Ele e com os irmãos, ou trata-se de mero hábito? O Senhor jamais se agrada de uma adoração que não é um sacrifício vivo de nós mesmos!

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