CONSOLO INEFÁVEL

,

CONSOLO INEFÁVEL

A ti levanto as mãos; a minha alma anseia por ti, como terra sedenta. Salmos 143.6 (ARA)

 

 

 

 

Davi emprega aqui uma forte imagem para realçar naquele momento sua necessidade veemente do auxílio divino, como a terra que, abrasada, ressequida pelo inclemente calor do sol, se fende e se abre à espera do alívio das chuvas que parecem tanto tardar a cair. Quando nosso espírito está oprimido, debilitado, em desespero, desesperançado, é dessa forma que devemos clamar a nosso Deus orando pelo refrigério de Seu consolo inefável de que tanto carecemos, pois, como louvaram confiantemente os descendentes de Coré nos Salmos 46.1, “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.”

Share
Nenhum comentário

Publicar um comentário