dezembro 2025

SEGUIR A ELE ATÉ O FIM

E não precisava de que alguém lhe desse testemunho a respeito do homem, porque ele mesmo sabia o que era a natureza humana. João 2.25 (ARA)

 

 

 

 

O Filho de Deus conhecia profunda e amplamente a fragilidade e inconstância do coração humano que Jeremias 17.9 expressa tão bem dizendo: Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”. Jesus sabia que podemos decidir algo deixando-nos levar por um momento de emoção e depois voltar atrás ao nos defrontarmos com consequências imprevistas. Ele sabia que a fé de alguns de seus seguidores era meramente superficial, e não desejava ter consigo uma multidão volúvel, mas sim um pequeno grupo de discípulos fiéis dispostos a seguir a Ele até o fim!

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FAZER O BEM

 “Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo”. Provérbios 3.27 (ARA)

 

 

 

 

Como cristãos jamais podemos adiar ou deixar de fazer o bem que o Senhor nos concede a oportunidade de realizar, pois tal atitude demonstraria inequívoca de falta de amor e de consideração para com o próximo, além de ser um ato de injustiça. Assim sendo, quitemos nossas dívidas pontualmente; paguemos o salário devido aos que nos servem; cuidemos de suprir as necessidades de parentes e amigos; zelosamente cumpramos nossos compromissos com a igreja e com o Estado; sejamos caridosos com os pobres e os carentes; façamos ao outros, enfim, tudo aquilo gostaríamos que a nós fosse feito!

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SUPREMA BÊNÇÃO

Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Atos 2.45 (ARA)

 

 

 

 

Alguém disse que para um verdadeiro cristão deveria ser insuportável ter em demasia enquanto há quem nada tenha. Na Igreja Primitiva o egoísmo natural da condição humana decaída havia sido substituído pela plenitude do amor divino, e todos tinham a consciência de que eram para Cristo e Cristo era para eles, e assim sentiam-se enriquecidos por esta suprema bênção que, quanto mais compartilhavam, mais se multiplicava. Muitos argumentam que essa prática dos cristãos primitivos não tem mais lugar nos dias que vivemos, mas isso não é muito diferente de considerar desnecessário amar ao próximo como a nós mesmos!

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