dezembro 2025

ORAÇÃO E VIGILÂNCIA

“Porém nós oramos ao nosso Deus e, como proteção, pusemos guarda contra eles, de dia e de noite.” Neemias 4.9 (ARA)

 

 

 

 

Quem é chamado para trabalhar na obra de Deus sabe que será inevitavelmente alvo dos ataques do inimigo. Encarregado de reconstruir os muros de Jerusalém, tendo que enfrentar grande oposição, o profeta revelou sabedoria ao associar a diligência com a precaução: sempre orando e confiando no Senhor, no entanto não desconsiderou a necessidade de planejar a obra que tinha pela frente e manteve-se cauteloso contra os adversários. A lição de Neemias é clara: antes de decidirmos agir, devemos sempre orar pedindo a direção de Deus, e nunca podemos descurar da vigilância contra satanás e seus demônios!

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FACE A FACE COM O SENHOR

“… não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele…”. 2 Tessalonicenses 1.11-12 (ARA)

 

 

 

 

Cristo é a nossa glória, e nós devemos ser a glória de Cristo, honra inerente àqueles que aprenderam a sofrer, suportar e brilhar como luzeiros no mundo, irradiando amor e bondade. Louvemos a Deus que nos concede a grandiosa prerrogativa de permitir que a glória de Seu Filho Amado possa residir em nós apesar de nossas tão grandes limitações e imperfeições. Consideremos, no entanto, que tal privilégio coloca sobre nós a imensa responsabilidade de buscarmos nos assemelhar a Cristo, processo gradual que durará por toda a nossa vida, e que só se completará quando nos virmos face a face com o Senhor!

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BRANDURA E MANSIDÃO

Não clamará, nem gritará, nem fará ouvir a sua voz na praça. Isaías 42.2 (ARA)

 

 

 

 

A brandura e mansidão de Jesus foram marcantes em Sua missão na terra. Nunca fez tocar trombetas diante de Si, nunca levou consigo um aparato majestoso, nem combateu a oposição que enfrentou, mas pacientemente a suportou. Continua gentilmente manifestando paciência com os ímpios, dando-lhes oportunidade para arrependimento e, embora sejam muito ofensivos, ainda assim os tolera; é terno com os fracos, não os despreza ou age contra eles com Seu imenso poder, nem lhes dá mais trabalho ou sofrimento do que possam suportar, mas os ama a ponto de dar a Sua vida por eles!

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