outubro 2025

COM CRISTO EM DEUS

“Ainda por um pouco, e o mundo não me verá mais; vós, porém, me vereis; porque eu vivo, vós também vivereis”. João 14.19 (ARA)

 

 

 

 

 

 

Porque Jesus Cristo vive, hoje nós crentes podemos crer no porvir glorioso que Ele nos prometeu, pois somos um com Ele, ressurretos nEle, purificados de nossos pecados, absolvidos de nossas transgressões que Sua morte anulou completamente! Nossa vida agora é tão eterna quanto a vida de nosso Senhor, que nunca mais morrerá, e porque a morte não tem mais poder sobre Ele, também não tem domínio sobre nós que andamos em novidade de vida. Mesmo que estejamos debaixo de grande tribulação, nada temos a temer, o inimigo nunca nos derrotará, pois nossa vida está oculta com Cristo em Deus!

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COLHEITA ABUNDANTE

“Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.” Salmos 126.5 (ARA)

 

 

 

 

Semear com lágrimas significa lançar as sementes no solo árido, pedregoso e acidentado da nossa jornada terreal com dor, sofrimento e a total incerteza de sucesso na colheita. Entretanto, Jesus hoje nos promete que se nos dedicarmos de todo o coração à semeadura da Sua Palavra, embora enfrentemos duras lutas, ferrenha oposição e decepções acachapantes produzidas pelo inimigo, Ele estará ao nosso lado para nos levar a uma colheita abundante. Então o nosso júbilo será imenso, pois, por termos sido servos bons e fiéis no pouco, seremos colocados no muito, que é o bendito e inefável deleite do Senhor Jesus!

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CHEIOS DO ESPÍRITO

A Palavra de Deus em Efésios 5.18 nos persuade a que permitamos que o Espírito Santo nos guie, tenha o controle pleno da nossa vida, para que então experimentemos a Sua paz e alegria, assim exortando: “… enchei-vos do Espírito”.

 

O verdadeiro cristão foi regenerado, afirma Jesus na passagem que está em João 16.7-14: “…  eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não creem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora; quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar”.

 

Foi batizado no corpo de Cristo pelo Espírito Santo, diz João Batista em João 1.33: “Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo”. E Jesus instrui Seus discípulos em João 14.15-17: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós”.

 

Assim, todo crente autêntico foi habitado pelo Espírito, foi selado pelo Espírito e o Espírito é o penhor de sua redenção, ensina Paulo em Efésios 1.13: “… depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa…”.

 

Sem a plenitude do Espírito o cristão é fraco, carnal e derrotado, e a vida cristã fica relegada a um plano secundário, mas ter a plenitude do Espírito é estar sob o Seu controle, pela Sua presença e poder, por isso Paulo exorta em Efésios 5.14-20: “… Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais,  dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo”.

 

O Espírito Santo não obriga, não força ninguém a ser cheio dEle, por isso o crente precisa desejar a plenitude do Espírito para que ela seja possível e aconteça. Em todos os outros ministérios do Espírito Ele opera soberanamente e tudo faz sem a cooperação do crente, porém neste ministério é imprescindível o exercício da vontade do cristão. E a plenitude do Espírito faz toda a diferença entre um homem espiritual e um homem carnal.

 

Billy Graham certa vez escreveu: “Todos os cristãos devem ser cheios do Espírito. Qualquer coisa menos que isto é só parte do plano de Deus para nossa vida”. E ser cheio do Espírito tem uma dupla implicação: Jesus, que em Mateus 18.11 afirmou, Porque o Filho do Homem veio salvar o que estava perdido”, pelo poder do Espírito Santo produzirá através de nós o resultado de almas ganhas para Ele, como afirmou em Mateus 4.19: “… Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”.

 

À medida que o Espírito Santo nos controla, amadurecemos em Cristo e o fruto do Espírito que Paulo descreve em Gálatas 5.22,23, se tornará cada vez mais evidente e presente em nossa vida: “… amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio”. Então a Palavra de Deus se tornará cada vez mais significativa para nós e sempre mais presente em nosso cotidiano, constituindo-se na base do nosso crescimento espiritual, como Paulo assim augura e orienta em Colossenses 3.16, pois é o Espírito Santo quem ilumina e aplica a Palavra em nossas vidas: “Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração”.

 

Há um só batismo pelo Espírito Santo, que ocorre quando da conversão da pessoa, como Paulo ensina em 1 Coríntios 12.13: “Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito”. Contudo, o enchimento do Espírito é indispensável para todos os crentes que pretendem viver a vida em abundância que Cristo prometeu.

 

Por exemplo, os coríntios foram batizados e receberam o Espírito, mas Paulo considerava-os carnais como lemos em 1 Coríntios 3.1-3 quando afirma: “Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, havendo entre vós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem?”

 

Os gálatas também haviam sido batizados em Cristo, como Paulo em Gálatas 3.27 lembra, mas foi obrigado a repreendê-los duramente em 1.6, dizendo que “Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho…”, e continuando em 3.3: “Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?” Ou seja, embora batizados em Cristo e tendo recebido o Espírito, a obra de Deus não poderia ser completada neles pois lhes faltava a plenitude do Espírito.

 

Porém os primeiros discípulos eram seguramente cheios do Espírito, como podemos comprovar pela declaração de Lucas em Atos 4.8 com relação a Pedro: “Então, Pedro, cheio do Espírito Santo, lhes disse…”; quando reunidos em oração: “Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus”; quando da convocação de colaboradores em 6.3: “… irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria…”; pela escolha de Estêvão: “… elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo…”; com a extraordinária conversão de Saulo em 9.17: “Então, Ananias foi e, entrando na casa, impôs sobre ele as mãos, dizendo: Saulo, irmão, o Senhor me enviou, a saber, o próprio Jesus que te apareceu no caminho por onde vinhas, para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo”; quando da transformação de Paulo em 13.9: “… Saulo, também chamado Paulo, cheio do Espírito Santo…”.

 

A prestigiosa Bíblia de Estudos de Genebra é clara, didática e assertiva quando acentua: “No momento em que nascem de novo, os crentes em Jesus recebem o Espírito… Todos os dons para a vida de serviço que aparecem subsequentemente na vida dos cristãos fluem desse batismo inicial no Espírito, porque por meio desse batismo o pecador está unido ao Cristo ressurreto.”

 

Como verdadeiros cristãos, precisamos desejar ardentemente a plenitude do Espírito, porque sem ela seremos sempre crentes incompletos, e Deus está pronto a nos conceder esta bênção, como Jesus em Lucas 11.13 prometeu: Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?

 

Pai Santo e Eterno, desejamos ser cheios de teu Santo Espírito, como Tu nos ordenaste. Mas sabemos que alcançarmos tal desiderato não é um evento único, mas sim um fato real e contínuo que devemos vivenciar a cada dia de nossas vidas, como um processo que se renova perpetuamente pela submissão contínua a Cristo. Capacita-nos a fazer tudo o que for necessário para isto, Senhor, ajudando-nos a reconhecer os nossos pecados, a confessá-los e nos arrependermos contritos, vivendo cada dia em estrita obediência  à Tua Santa Palavra. Assim oramos, Pai Amado, em nome de Jesus. Amém.

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