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Pensamentos

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” Filipenses 4.8 (ARA)

Nossa mente está sempre ocupada com algo: se nossos pensamentos forem negativos, pessimistas, derrotistas, tratam-se de mentiras insufladas por satanás, nunca de inspirações provindas de Deus. Por isso hoje não demos brecha ao inimigo, cuidando para que a nossa mente ocupe-se somente com as coisas do alto que são sempre positivas: a verdade ao invés da mentira; a honestidade em lugar da corrupção; a justiça, jamais a iniquidade; a pureza e não a imoralidade; a amabilidade em vez da grosseria; a boa reputação, nunca a má. E que o Espírito Santo nos guie, ampare e fortaleça neste propósito!

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Caráter de Cristo

“Então ouvi uma voz do céu dizendo: ‘Escreva: Felizes os mortos que morrem no Senhor de agora em diante’. Diz o Espírito: ‘Sim, eles descansarão das suas fadigas, pois as suas obras os seguirão’”. Apocalipse 14.13 (NVI)

Para os que se mantiverem leais a Cristo até o final de suas vidas, unidos em permanente comunhão com Ele, o Espírito diz que a suprema felicidade está reservada. Aí o descanso das lutas contemplará os fiéis, e os guerreiros que pelejaram duramente pela divina causa em sua jornada na terra, finalmente encontrarão repouso. Nossas obras são o caráter de Cristo que portamos, por isso hoje estejamos certos de que, quanto mais árdua seja nossa batalha, mais pungentes nossas dores, mais exaustivos nossos trabalhos, tanto mais sublimes as recompensas, as alegrias e as bem-aventuranças que nos esperam!

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Saber e Fazer

Há um antigo e conhecido provérbio oriental que diz que “saber e não fazer, ainda não é saber”, e nessa mesma linha de raciocínio, o grande escritor Johann von Goethe dizia que “não basta saber, é preciso aplicar; não basta querer, é preciso fazer”.

 

Será que nós cristãos fazemos, aplicamos, tudo aquilo que pretensamente conhecemos sobre os ensinamentos de Jesus? Provavelmente não, até porque alcançar a nossa meta comum de nos tornarmos assemelhados a Ele é incrivelmente difícil, e há uma distância abissal intransponível que nos separa da perfeição do Senhor. Dura caminhada, portanto, nos está proposta. Mas é preciso persistência, mirando o exemplo do próprio Jesus, que tudo suportou, abandonando a glória celestial, a honra terreal, escolhendo o caminho da cruz. E é nesse sentido que o autor de Hebreus 12.1 (NAA) nos estimula para que “… livremo-nos de todo peso e do pecado que tão firmemente se apega a nós e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta…”.

 

E o que mais nos diz a Palavra de Deus sobre essa questão tão essencial?

 

Certamente nenhum cristão consciente de suas responsabilidades, em busca da santificação, discorda da exortação de Tiago 1.22-25 (NAA): “Sejam praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando a vocês mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se àquele que contempla o seu rosto natural num espelho; pois contempla a si mesmo, se retira e logo esquece como era a sua aparência. Mas aquele que atenta bem para a lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte que logo se esquece, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar”.

 

Porém o peso de nossas imperfeições é grande, e como pesada âncora que trazemos pendurada ao pescoço, arrasta-nos para baixo, tendendo a fazer-nos afundar no mar de pecaminosidade em que vivemos no mundo.

 

O que nos traz um certo consolo é o que Paulo confessa na conhecida passagem de Romanos 7.15,18-20 (NAA): Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim, mas não o realizá-lo. Porque não faço o bem que eu quero, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim.

 

O que fazer então, se desejamos ser cristãos fiéis, empregando a Palavra de Deus como Ele requer de nós, e não apenas ouvindo-a ou lendo-a episodicamente e logo voltando a ter atitudes reprováveis?

 

Algumas normas de conduta devem passar a fazer parte do nosso dia a dia, são realmente indispensáveis, verdadeiras condições sine qua non se desejamos ser verdadeiros praticantes da Palavra: precisamos, antes de mais nada, ser ávidos por recebê-la e colocá-la em prática, sempre manifestando transbordante alegria e gratidão em nossos corações, com toda a nossa vida expressando Cristo em nós como testemunho de que realmente somos crentes, assim nos identificando com aqueles a quem Jesus referiu-se em Mateus 7.24-26 (NAA), ao afirmar que “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e bateram com força contra aquela casa, e ela não desabou, porque tinha sido construída sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia”.

 

Aplicar a Palavra de Deus, portanto, é uma importante decisão pessoal que o autêntico cristão com humildade deve tomar, certo de que, acima de tudo, ela produz repercussões eternas, mas para isso é crucial dispormo-nos a trabalhar incansavelmente, dia após dia, para que a verdade lance raízes profundas e irremovíveis em nós, e possamos ser plenamente frutíferos na Obra do Senhor.

 

Paulo compara a doutrina cristã a um espelho no qual Deus se apresenta à nossa vista mostrando que “… todos nós, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, que é o Espírito” (2 Coríntios 3.18 – NAA).

 

E como podemos cooperar para que o Espírito Santo que habita em nós opere a transformação de que necessitamos? Perseverando firmemente na busca do conhecimento de Deus e na aplicação da Sua Palavra perfeita, para sermos felizes em tudo o que fizermos, porque a bem-aventurança do crente, como afirma Calvino, só pode ser encontrada no agir, e não no frio ouvir.

 

Em outras palavras, é muito importante ouvir a Palavra e estudá-la diligentemente, mas, mais importante ainda é obedecê-la, colocá-la em prática, permitindo que o Espírito Santo produza a metanoia, a renovação da mente e o quebrantamento que nos alinha com a vontade de Deus, essenciais para o nosso progresso cristão.

 

Somente obedecendo humilde e fielmente à Palavra, aplicando-a em nós próprios e em favor dos outros,  poderemos efetivamente cumprir o propósito para o qual Deus nos colocou no mundo, sendo quem Ele nos predestinou a ser, e então contribuindo – como servos fiéis e úteis – para a Sua Obra da maneira como Ele planejou antes dos tempos eternos, pois só então saber e fazer se complementam.

 

Senhor, concede-nos sabedoria, diligência, perseverança e fidelidade para conhecer-Te melhor por meio da Tua Palavra, para aprendermos tudo aquilo que Tu desejas nos ensinar visando sua aplicação em nossa vida e na vida de todos aqueles que colocares em nosso caminho durante nossa peregrinação terreal, para que assim o façamos para o louvor da Sua glória,  pelo que nós que esperamos em Cristo oramos agradecidos em Seu nome. Amém.

 

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