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		<title>Tolerância</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 18:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Meditações]]></category>
		<category><![CDATA[Palavra de Deus]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2162" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/tolerancia/tolerancia-6/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2162" title="TOLERÂNCIA 6" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/05/TOLERÂNCIA-6-113x150.jpg" alt="" width="113" height="150" /></a>Dirigir no trânsito caótico das grandes cidades brasileiras pode ser um grande teste de tolerância. Um pastor amigo costuma contar que por muito tempo se estressou ao sair com seu carro, ao ter de conviver com os motoristas “barbeiros”, os violentos, os infratores contumazes, até que um dia resolveu mudar de atitude: ao invés de protestar, passou a abençoar. Quando recebe uma “fechada”, uma “buzinada” ou um xingamento, abre um sorriso dirigido ao outro motorista e ora: <em>“Deus te<span id="more-2157"></span> abençoe!”</em>. Diz ele que desde aquele dia seu <em>stress </em>no trânsito acabou. Em circunstâncias como estas, precisamos nos lembrar que aqueles que menos parecem merecer amor são os que mais necessitam dele, e por isso representam ótimas oportunidades de exercitarmos nossa tolerância. Outro dia fui violentamente “fechado” por um barbeiro, e ao olhar assustado e ainda um pouco trêmulo para o outro carro, fui obrigado a sorrir quando li no adesivo que havia no vidro traseiro: <em>Calma: Deus ainda está trabalhando comigo!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum cristão verdadeiro pode em sã consciência apoiar as atrocidades cometidas pelos nazistas durante a segunda guerra mundial, ou os <em>ku-klux-klan </em>norte-americanos, ou os <em>skinheads</em> que estão hoje por todo o mundo, pois representam a expressão máxima da intolerância, mas, por incrível que pareça, em certas circunstâncias nós próprios nos vemos alimentando em nossos corações germes de intolerância. É difícil tolerar a pessoa que age de forma diferente da nossa, seja ela a sogra, a nora, o genro, o cunhado, o irmão da igreja, especialmente se é de outra cultura ou raça! Nos dias que vivemos – e isto é bíblico – é comum vermos a intolerância grassando até mesmo no seio das famílias, e por vezes nos perguntamos por que Deus não manda já para o inferno os assassinos, os violadores, os ladrões, os pedófilos e os corruptos! Em um mundo globalizado, onde devemos conviver com os diferentes, é preciso ser tolerantes e misericordiosos com o nosso próximo, pois Deus é longânimo e misericordioso para conosco, e esta é a mesma atitude que Ele espera que tenhamos, enquanto esperamos pelo Seu juizo perfeito, que se dará no Seu tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um palestrante cristão disse certa vez ao público em um evento que reunia milhares de pessoas: <em>“Se você reclama, condena e critica, não precisa se preocupar com o inferno. Você já está nele!” </em>De fato, se observarmos as ciscunstâncias nas quais estivemos reclamando de algo, ou condenamos alguém por ter feito ou praticado alguma coisa com a qual não concordávamos, ou criticamos a outrem por dele discordarmos, provavelmente constataremos que naquele momento não estávamos bem emocional e/ou espiritualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O Todo-Poderoso, em Sua infinita criatividade, e pelo conselho de Sua vontade soberana, jamais fez dois seres humanos iguais: na Sua Criação, não há dois DNAs iguais, duas impressões digitais idênticas, não existem duas íris semelhantes, mesmo no rosto da mesma pessoa. Assim, o Criador fez cada ser humano singular, não apenas fisicamente, mas também mental e espiritualmente. Somos, cada um de nós, exemplar único, com nossas peculiaridades, idiossincrasias, preferências e tendências exclusivas, com qualidades e defeitos próprios. Por isso precisamos nos tolerar uns aos outros, mas mais importante que simplesmente tolerar ao outro é amá-lo, sem o que não poderá haver convivência pacífica, harmoniosa e duradoura.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso muito cuidado para lidar com a intolerância, pois ela está estreitamente relacionada com nosso ego contrariado. Por isso, antes de manifestarmos qualquer sinal de intolerância, devemos contar até dez e orar, pedindo a Deus que nos dê discernimento e sabedoria para lidar com aquela situação, lembrando que nossas manifestações de intolerância inevitavelmente abrem portas em nossos corações para a entrada do maligno.</p>
<p style="text-align: justify;">Duas notícias, uma ruim e outra boa: a ruim é que a intolerância pode destruir um lar, uma empresa, uma sociedade, uma amizade, uma igreja; a boa é que a solução está nas nossas mãos. Não podemos mudar as atitudes de ninguém, apenas as nossas. Portanto, cabe-nos detectar nossa condição de eventual intolerância e atacá-la, orando ao Senhor para que nos ajude a transformar-nos.</p>
<p style="text-align: justify;">Jesus, nosso modelo e exemplo em tudo, foi também referência inexcedível de tolerância quando, por exemplo, em Lucas 23.34, ao ser crucificado pronunciou a frase que denota o grau máximo da indulgência: <em>“&#8230; Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” </em>Provavelmente se estivéssemos no Seu lugar, clamaríamos ao Pai para que fizesse descer fogo do céu sobre aqueles ímpios injustos, como Tiago e João gostariam de fazer contra os samaritanos que O rejeitaram, em Lucas 9.54. Porém, quando foi necessário, Jesus insurgiu-se indignado contra os vendilhões do templo em João 2.15, <em>“&#8230; </em><em>tendo feito um azorrague de cordas, expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas<strong><sup> </sup></strong>e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio.” </em>Em outras ocasiões repreeendeu firmemente os próprios discípulos, como em Mateus 6.30; 8.26 e 16.8, e os religiosos judeus em Mateus 3.7; 12.34-37; 15.3-14; 23.1-36, revelando Sua justa intolerância contra aqueles que afrontavam a Deus. Observemos, portanto, que há uma sutil linha divisória entre a tolerância e a omissão, e é preciso saber discernir quando e o quanto deveremos ser tolerantes, e a circunstância e o momento de mostrarmos firmeza. Quando a atitude de alguém ou de alguns é contrária ao que Deus nos ordenou por meio de Sua Palavra, não devemos tergiversar, mas sim condenar e repudiar, manifestando nossa inconformidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém consegue amar plenamente sendo intolerante, e quem ama age sempre com delicadeza, carinho, respeito, aceita o outro como é e convive bem com os seus defeitos e qualidades. Na Bíblia Viva, em 1 Coríntios 13.4-6 lemos: <em>“O amor é muito paciente e bondoso, nunca é invejoso ou ciumento, nunca é presunçoso nem orgulhoso, nunca é arrogante, nem egoísta, nem tampouco rude. O amor não exige que se faça o que ele quer. Não é irritadiço, nem melindroso. Não guarda o rancor e dificilmente notará o mal que outros lhe fazem. Nunca está satisfeito com a injustiça, mas se alegra, quando a verdade triunfa”. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Em Efésios 4.2, versão da Bíblia Viva, Paulo ministra aos crentes da igreja de Éfeso para que <em>“&#8230; </em><em>vivam e comportem-se de maneira digna daqueles que foram escolhidos para receber bênçãos tão maravilhosas quanto sejam humildes e amáveis. Sejam pacientes uns com os outros, tendo tolerância pelas faltas uns dos outros por causa do amor entre vocês.” </em></p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que precisamos sempre dar apoio aos nossos semelhantes, tratando-os com humildade, gentileza e paciência, propiciando, desta forma, meios pelos quais eles possam crescer, aprender e evoluir em santidade, na presença de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqueles que compreenderem a diferença entre tolerância e amor, e então decidirem viver em amor no seu dia a dia, constatarão que suas vidas transcorrerão com muito menos conflitos, desentendimentos e discussões, em clima de paz e harmonia, que é como Deus planejou que fosse a vida do homem desde o princípio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Senhor Deus e Pai, sempre e cada vez mais precisamos de Ti. Ajuda-nos a sermos mais tolerantes com o nosso próximo e até conosco mesmos. Não permita, Senhor, que nosso desconforto, nosso repúdio, nossa frontal discordância com as coisas mundanas, nos levem a atitudes de intolerância, mas</em></strong><em> <strong><span style="color: #333333;">fortalece-nos na fé e no amor que Tu derramas sobre nós, para que sejamos Teus  agentes de transformação deste mundo caído. Em nome de Jesus. Amém.</span></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><span style="color: #333333;"><span style="text-decoration: underline;">Este blog nasceu da vontade de compartilhar a Palavra de Deus por meio de meditações semanais, sem a finalidade de colher ganho de qualquer espécie, que não seja o de alcançar mais pessoas para Cristo. Se você ainda não recebe diretamente em seu endereço de e-mail as mensagens semanais De Coração a Coração, e deseja passar a recebê-las regularmente, por favor escreva seu nome e endereço de e-mail no espaço abaixo destinado aocomentário. Você tem a nossa garantia de que não faremos mau uso de seus dados. Graça e Paz!</span></span></strong></em></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Poty e Vivencial, Abril de 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Núcleo Familiar Poty]]></category>

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		<description><![CDATA[Em abril, os integrantes do grupo Poty estiveram reunidos em três ocasiões apenas, por causa do feriado da Páscoa. Na primeira das reuniões, dia 13 na casa do irmão Luis Otávio, estiveram presentes 12 irmãos que participaram com alegria de &#8230; <a href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/poty-e-vivencial-abril-de-2012/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2138" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/poty-e-vivencial-abril-de-2012/luis-otavio-13-04-2012/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2138" title="Luis Otavio 13-04-2012" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Luis-Otavio-13-04-2012-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Em abril, os integrantes do grupo Poty estiveram reunidos em três ocasiões apenas, por causa do feriado da Páscoa. Na primeira das reuniões, dia 13 na casa do irmão Luis Otávio, estiveram presentes 12 irmãos que participaram com alegria de todos os momentos do encontro. A preleção esteve a cargo da irmã Dionila que trouxe uma palavra abençoada sobre o Livro V dos Salmos, dentro do Tema do Ano adotado pela Igreja: “A Trajetória da Fé.”</p>
<p style="text-align: justify;">O que caracterizou notadamente esta reunião foi o número de testemunhos dos irmãos, de vitórias e de bênçãos recebidas do Senhor em decorrência das orações do grupo. Muitas respostas de orações que são provas de que nosso Deus tem sido gracioso para conosco em nossas petições e súplicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2139" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/poty-e-vivencial-abril-de-2012/delurdes-e-paulo-20-04-2012/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2139" title="Delurdes e Paulo 20 04 2012" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Delurdes-e-Paulo-20-04-2012-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Muito edificante e também abençoada foi a reunião que tivemos na casa dos irmãos Paulo e Delurdes no dia 20, onde igualmente  vários irmãos contaram seus testemunhos de respostas a orações. Estes testemunhos nos alegram e renovam a nossa fé  no Deus que servimos. A preleção esteve a cargo do Rev. Wesley que apresentou um estudo sobre o Livro de Provérbios.</p>
<p style="text-align: justify;">A última reunião do mês, com a participação de 16 pessoas, foi na casa dos irmãos Gessé e Ieda no dia 27, dirigida pelo irmão Winston, coordenador do Núcleo, que aproveitou para informar aos presentes a criação de mais um ministério do Poty – Esurientes, termo em latim que denomina os famintos de alimento físico e espiritual de Lucas 1.53 &#8211; que deverá estar sob a liderança da irmã Ieda. Este ministério foi criado em função da preocupação que todos devemos ter com os necessitados, os desprovidos de nossa sociedade, daí o seu nome. Em principio, e até que Deus nos mostre outros meios de desenvolver o ministério, nos dedicaremos principalmente a conhecer a situação dos Esurientes na cidade, no país e no mundo e as ações, especialmente cristãs, empreendidas para auxiliá-los; iremos também nos familiarizar com o Louco Amor por Cristo demonstrado por aqueles cujas iniciativas têm transformado as vidas de tantos carentes; e nos empenharemos na oração em seu favor, o que significará um eventual envolvimento integrado dos ministérios de Oração, Esurientes e Louco Amor, mantendo no entanto cada um destes sua individualidade e atividades específicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2140" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/poty-e-vivencial-abril-de-2012/2012-04-27-ieda-e-gesse%cc%81/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2140" title="2012-04-27 Ieda e Gessé" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/05/2012-04-27-Ieda-e-Gessé-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A preleção do irmão Paulo Henrique neste dia 27 trouxe importantes esclarecimentos sobre o Livro de Eclesiastes. Segundo ele, alguns consideram o livro pessimista, mas a seu ver, pelo que pode depreender do seu estudo, trata-se de um livro realista que trata das coisas da vida sob esse aspecto. De fato, para quem não tem uma experiência real e viva com Jesus, a vida pode ser vazia e sem sentido, pessimista, mas para aquele que conhece a Palavra, nada há de pessimismo na vida. E, de certo modo, a conclusão do Pregador é esta mesma, quando nos assevera como conclusão em 12.13: <em>“De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda seus mandamentos ; porque isto é o dever de todo o homem”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Durante o mês, tivemos também vários encontros no Vivencial das Oliveiras. É uma grande oportunidade de levar o nosso carinho às residentes daquele lugar. Nessas ocasiões, temos tido a alegria de orar e louvar ao Senhor, de ser ministrados na Palavra, como temos sido pelos Pastores Lucio e Luizinho, além de abençoados outros irmãos que ali comparecem. São momentos afáveis quando também, ao final das reuniões, podemos conversar e trocar idéias com as irmãs residentes, todas de avançada idade, que nos contam de suas experiências pessoais e nos falam de suas vivências. E assim há sempre um trocar afetuoso de palavras que enriquecem a vida de todos, e nos fazem sentir que, se pretensamente vamos lá para doar nosso tempo, afeto e atenção a elas, na realidade nós é que mais nos beneficiamos destes encontros.</p>
<p style="text-align: justify;">
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<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.decoracaoacoracao.com.br%2F2012%2F05%2Fpoty-e-vivencial-abril-de-2012%2F&amp;title=Poty%20e%20Vivencial%2C%20Abril%20de%202012">Compartilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>A Revelação de Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 19:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao longo dos séculos a Bíblia tem sido constantemente questionada. A grande Revelação de Deus para o homem, o livro mais traduzido do mundo, que pode ser lido em mais de 2.200 línguas diferentes, é também o livro mais atacado &#8230; <a href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/a-revelacao-de-deus/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2169" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/a-revelacao-de-deus/biblia-22/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2169" title="BÍBLIA 22" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/05/BÍBLIA-22-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Ao longo dos séculos a Bíblia tem sido constantemente questionada. A grande<strong> Revelação de Deus </strong>para o homem, o livro mais traduzido do mundo, que pode ser lido em mais de 2.200 línguas diferentes, é também o livro mais atacado em todos os tempos: reis, políticos, ditadores e até líderes religiosos tentaram impedir sua leitura, atacando-a das mais<span id="more-2127"></span> diversas maneiras, buscando extingui-la da face da terra. Pode-se dizer que nenhum outro livro tem sido tão amado e ao mesmo tempo tão odiado quanto a Bíblia! Criada ao longo de mais ou menos 1.500 anos, esta pequena biblioteca de 66 volumes e escrita por aproximadamente 40 autores diferentes, não foi planejada por ninguém que não o próprio Senhor Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Completamente separados no tempo e no espaço, um dos autores escreveu sua parte na Arábia, outro na Síria, outro em Israel, outro na Grécia ou na Itália, o primeiro distante do último 15 séculos, obviamente impossibilitado de imaginar o que os seus pósteros escreveriam, enquanto os autores dos textos nos séculos futuros jamais poderiam discernir por si mesmos o sentido profético daqueles escritos que os antecederam. Apesar disso, a unidade e a coerência da Bíblia – cujo foco desde o princípio repousa sobre Jesus Cristo &#8211; é admirável. Nenhum outro livro teve milhares de profecias integralmente cumpridas, e predições que têm-se realizado ao longo da história humana, nos locais e nos tempos confirmados cientificamente. Então na nossa limitada compreensão humana perguntamos: como tudo isto foi possível? E a resposta nos é dada pelos apóstolos em 2 Pedro 1.21: <em>“&#8230; </em><em>porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”</em> e em 2 Timóteo 3.16: <em>“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente muitas pessoas – inclusive crentes &#8211; a criticam sem conhecê-la com a necessária profundidade, o que é indispensável para compreendê-la e respeitá-la como a Revelação de Deus. E assim, militando entre a superficialidade e o questionamento improdutivo, passam a considerá-la produto imperfeito de mãos humanas deixando, com esta atitude, de usufruir das suas maravilhas tantas e de receber o benefício pleno que ela oferece. Mas aqueles que, entre tantos que decidem debruçar-se sobre ela com temor, humildade e contrição, conseguem inevitavelmente ser banhados abundantemente pelas bênçãos divinas que encerra, e podem então afirmar convictos como o líder cristão e escritor John Sttot: <em>&#8220;A Escritura é a Palavra de Deus porque é inspirada por Deus. Teve origem na mente divina, procede da boca de Deus, embora, é claro, tenha sido proferida por autores humanos, sem destruir a individualidade deles, e sem perder a autoridade divina no processo&#8221;.</em> A evangelista cristã Anne Graham, filha do grande pregador cristão Billy Graham, certa vez disse: <em>&#8220;É curioso ver como cremos no que dizem os jornais e as revistas e questionamos o que diz a Bíblia&#8221;.</em> O renomado teólogo e professor de teologia J. I. Packer comparou: <em>“</em><em>A Bíblia parece uma orquestra sinfônica, tendo o Espírito Santo como seu maestro; cada instrumento foi trazido voluntária, espontânea e criativamente para tocar suas notas exatamente como o grande maestro queria, embora nenhum dos músicos pudesse ouvir a música como um todo.” </em> John Newton, o ex-traficante de escravos que se converteu, tornando-se servo de Deus e inspirado criador de muitos hinos, entre eles o tão conhecido <em>Amazing Grace</em>, declarou com humildade, ante as críticas de alguns que já na sua época se consideravam donos da verdade sobre a Bíblia: <em>“Atribuirei todas as aparentes incoerências da Bíblia à minha própria ignorância.”</em> Charles Haddon Spurgeon, o renomado evangelista e escritor cristão, conhecido como <em>O Príncipe dos Pregadores</em>, falando sobre a Bíblia, afirmou: <em>“Deus escreve com uma pena que nunca borra, fala com uma língua que nunca erra, age com uma mão que nunca falha.”</em> Já no século IV, Agostinho de Hipona proclamava: <em>“Nossa fé é alimentada pelo que está claro nas Escrituras e testada pelo que é obscuro.”</em> O Rev. Martin Anstey, conceituado teólogo e escritor cristão contemporâneo inglês ensina: <em>“A qualificação mais importante exigida do leitor da Bíblia não é erudição, mas, sim, rendição; não perícia, mas disposição de ser guiado pelo Espírito de Deus.”</em> John Blanchard, internacionalmente conhecido pregador, professor, apologista e autor cristão, asseverou com muita propriedade: <em>“O homem que não está preparado para prestar obediência à Palavra de Deus não é capaz nem de ouvi-la corretamente. Por isso as parábolas tornam-se janelas para algumas pessoas e muros para outras.”</em> Na mesma linha de Blanchard, Oswald Chambers, proeminente ministro e professor cristão escocês do século passado, aconselha em definitivo: <em>“Evitemos ficar discutindo sobre a Palavra de Deus; vamos obedecê-la.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje e sempre, entre tantos defensores notáveis da Bíblia, acima de qualquer dúvida Jesus Cristo foi o maior de todos &#8211; e o mais categorizado que já houve – comprovando a veracidade integral e, portanto, a inerrância, a infalibilidade e a inspiração divina da Bíblia. O que o Filho de Deus disse sobre ela? Em Mateus 4.1-11, tentado pelo diabo, Ele o venceu citando as Escrituras; em Marcos 7.11-13, criticou as tradições dos fariseus que invalidavam o que afirmavam as Escrituras; também em Marcos 12.36, ensinando no templo, disse que Davi falou pelo Espírito Santo; em Lucas 4.16-21 referiu-se ao cumprimento da profecia de Isaias 61.1-2, por intermédio dEle próprio; em Lucas 18.31, falou aos discípulos sobre a Sua morte profetizada nas Escrituras; ainda em Lucas 24.25-27, referendou as profecias de todos os profetas a Seu respeito; novamente em Lucas 24.44, relembrou aos discípulos reunidos, que era necessário que se cumprisse nEle tudo que estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos; e em João 17.17, afirmou cabalmente que as Escrituras são a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">E as próprias Escrituras testificam delas mesmas em um sem número de passagens, como em Mateus 22.29, onde Jesus criticou os saduceus: “&#8230; <em>Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.”</em>; em 26.54,56, quando Ele ao ser preso, dirigiu-se aos discípulos, mostrando-lhes que o cumprimento das Escrituras era inevitável : <em>“Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?”</em>, e, <em>“Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas.”</em>; em João 2.22: <em>“Quando, pois, Jesus ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Jesus.”</em>; em 5.39, o Mestre arguiu contra os judeus, dizendo: <em>“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.”</em>; em 7.38, Jesus na Festa dos Tabernáculos em Jerusalém ensinou: <em>“Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.”</em> Estes são apenas alguns dos muitos exemplos de citações da Bíblia feitas por Jesus, Paulo, Lucas, Pedro e Tiago para embasar suas próprias afirmações. Ou seja, o Mestre e Seus discípulos tinham na Palavra de Deus o fundamento sólido de suas assertivas, o que comprova sem qualquer sombra de dúvida a absoluta veracidade e confiabilidade das Escrituras Sagradas que, se fossem falíveis, sujeitas a erro, conduziriam à conclusão absurda de que o próprio Deus, seu autor, seria igualmente falível e sujeito a erro. Que nós também, como Seus discípulos hodiernos, tenhamos conosco o mesmo sólido alicerce a nos embasar em nossa vida cristã.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Pai Todo-Poderoso, que Teu Santo Espírito esteja conosco cada vez que abrirmos Teu Livro Sagrado, para que ao mesmo tempo que assim o fazemos, esteja sendo aberto nosso entendimento sobre a Tua Verdade inefável ali contida. Aumenta-nos a fé e guarda-nos, Senhor, das ciladas do inimigo, que procurará semear em nossos corações a dúvida e – como fez com Jesus no deserto – tentará manipular Tua Palavra para nos afastar de Ti. No nome santo de Jesus Cristo oramos agradecidos. Amém.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Este <em>blog</em> nasceu da vontade de compartilhar a Palavra de Deus por meio de meditações semanais, sem a finalidade de colher ganho de qualquer espécie, que não seja o de alcançar mais pessoas para Cristo. Se você ainda não recebe diretamente em seu endereço de e-mail as mensagens semanais <em>De Coração a Coração</em>, e deseja passar a recebê-las regularmente, por favor escreva seu nome e endereço de e-mail no espaço abaixo destinado ao <strong>comentário</strong>. <strong><em>Você tem a nossa garantia de que não faremos mau uso de seus dados.</em></strong> Graça e Paz!</span></p>
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		<title>A Missão que Surgiu na Madrugada</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 13:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Louco amor]]></category>

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		<description><![CDATA[“Um dos maiores milagres de Deus é permitir que pessoas comuns façam coisas incomuns.” Essa frase do escritor norte-americano H. Jackson Brown traduz nossa certeza de que o Rev. Wildo Gomes dos Anjos é uma dessas pessoas. E que a &#8230; <a href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/a-missao-que-surgiu-na-madrugada/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a rel="attachment wp-att-2117" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/05/a-missao-que-surgiu-na-madrugada/rev-wildo-3/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2117" title="REV. WILDO 3" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/05/REV.-WILDO-3-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>“Um dos maiores milagres de Deus é permitir que pessoas comuns façam coisas incomuns.” </em>Essa frase do escritor norte-americano H. Jackson Brown traduz nossa certeza de que o Rev. Wildo Gomes dos Anjos é uma dessas pessoas. E que a Missão Vida, fundada por ele há mais de 28 anos, é um desses grandes milagres.  Como um farol que aponta aos navegantes o caminho da orla, essa instituição tem sido um referencial para muitos perdidos, sem esperança e sem chão. Muito mais do que um lugar de recuperação, representa casa, afeto e família àqueles que, invisíveis e abandonados, não têm credibilidade de mais ninguém.</p>
<p><strong>Vocacionado desde cedo</strong></p>
<p>Nas palavras do próprio Rev. Wildo: <strong><em>“</em></strong><em>Meu segundo emprego foi aos 13 anos, em uma firma de torrefação de café. Todas as manhãs, indo para o trabalho, eu passava por um mesmo caminho, onde um grande grupo de pessoas vivia sob as marquises de algumas indústrias. Eram homens, mulheres e crianças que passavam seus dias e noites nas ruas, sobrevivendo das esmolas que recebiam ou de pequenos delitos. A situação daquelas pessoas tocava o meu coração e eu me perguntava por que eles viviam daquela maneira, por que não tinham um lar, por que não eram felizes. A cena era deprimente: o lugar cheirava mal, as pessoas eram sujas, maltrapilhas e, muitas vezes estavam completamente bêbadas. No entanto, apesar de não gostar do que via e da existência de outros caminhos, eu sempre passava por ali. Uma certa manhã, resolvi parar e conversar com eles. Nem todos mostravam-se interessados em conversar com um garoto. Mas um deles, o Sr. João, dispôs-se a me ouvir e responder às minhas perguntas. Ele nunca me disse seu sobrenome, mas contou-me sua história. Era alcoólatra, abandonara a família e fora viver debaixo da marquise; já haviam se passado vários anos que saíra de casa. Na manhã seguinte, levei pão e leite. E assim por vários meses. Levava também alguns remédios, roupas usadas e cobertores. Todos os dias fazia questão de passar alguns minutos conversando com ele, perguntando seu passado, tentando reanimá-lo diante de tanto sofrimento. Um dia quando chamei e não obtive resposta, percebi que estava rígido, inerte: ele estava morto. Tinha morrido durante a noite, sem que ninguém o socorresse. O convívio e a morte do Sr. João fizeram com que a vida daquelas pessoas me incomodasse de uma maneira ainda mais forte. Era Deus falando ao meu coração a partir daquela experiência.”</em></p>
<p><strong>Influências recebidas do lar</strong></p>
<p><em>“Meu pai, espírita praticante, minha mãe, católica fervorosa, viviam dentro de um sincretismo religioso. Através do contato com uma missionária inglesa, minha família foi ganha para o Senhor. Doravante nossa casa, apesar de muito simples, esteve de portas abertas para acolher e ajudar aqueles que necessitassem de auxílio.  Para minha mãe, socorrer alguém era tão importante quanto suprir as necessidades de sua própria família. Parava suas tarefas domésticas para preparar um prato de comida para um faminto ou confeccionar um vestido para uma viúva pobre.  Missionários eram recebidos em nossa casa como filhos. Roupas, comida, hospedagem e até mesmo compra de livros, tudo que fosse possível, mamãe providenciava.  Aprendi que é preciso olhar os necessitados e sermos generosos, colocarmo-nos à disposição para ajudar, abrirmos não só a casa, mas o coração para ser bênção na vida das pessoas A verdade é que Deus estava me preparando para uma missão especial.”</em></p>
<p><strong>Conversão aos 17 anos </strong></p>
<p>Apesar de freqüentar a Igreja com seus pais dominicalmente, Wildo só teve um encontro pessoal com Jesus  aos 17 anos. Sentindo-se atraído pelas farras noturnas, envolveu-se em brigas e más companhias. Vivia em crise. Decidiu que não voltaria mais à igreja, pois ali não encontrava as respostas para suas perguntas e nada preenchia o vazio que sentia. <strong> </strong>Convidado para um acampamento, pensando na parte esportiva e nas belas jovens que lá estariam, aceitou. Só participou do último culto, no 4º dia do acampamento. Em suas palavras: <em>“Fiquei decepcionado quando vi que o pastor era um senhor de cabelos grisalhos. À medida em que discorria sobre as pessoas que viviam no mundo à procura de emoções e prazeres e jamais encontravam satisfação, comecei a me identificar, e Deus começou a quebrantar meu coração. Era como se alguém tivesse contado toda a minha vida. Lembro de ter dito:</em> <em>‘Deus, se o Senhor é tudo isso que esse homem disse, se és verdadeiro, se tens interesse pelas pessoas, muda a minha vida<strong>,</strong> tira de mim essa vontade de morrer, enche-me de alegria, de satisfação genuína e verdadeira. Se o Senhor é como ele falou, quero te experimentar. Não deixes que eu seja como alguns crentes, que levam a mesma vida miserável que eu. Quero ser diferente, voltar a esse lugar dentro de pouco tempo e pregar a tua palavra. Muda-me! Desejo ser alguém completamente diferente.’</em> <em>“Enquanto orava, o pastor fez o apelo, e fui o primeiro a ir à frente. Doravante Deus estava transformando a minha vida.”</em></p>
<p><strong>Preparação para a obra</strong></p>
<p><em>“Depois de um ano, resolvi entrar para um Seminário Teológico, e ali era o mais jovem, inexperiente e com modesto conhecimento bíblico e pouca experiência com Deus. Tive dificuldades e desilusões no tempo que passei no seminário. Cheguei a ouvir do reitor que eu não era vocacionado, e que deveria voltar à minha função como gerente de um importante Hotel de Anápolis. Enquanto orava pedindo orientação sempre voltava à lembrança daquele mendigo que encontrei aos 13 anos. Certa noite enquanto me dirigia à Igreja, passando por um grupo de mendigos, um deles me chamou a atenção, tinha barba e cabelos brancos e muito compridos e estava completamente bêbado. Ao vê-lo as pessoas mudavam de calçada, enquanto ele gritava e desafiava a todos. A cena me levou a orar<strong>: </strong>‘Deus, se o Senhor ama tanto esses mendigos, por que não me usa para salvá-los?’. Eu não tinha noção do que estava pedindo, mas Deus começou a trabalhar em meu coração de uma forma muito especial.  Eu não podia imaginar que, por intermédio daquela oração, a minha vida estava sendo colocada a serviço dos mendigos e necessitados.”</em></p>
<p><strong>A obra</strong></p>
<p><em>“Decidi que não ficaria apenas nas palavras e partiria para a ação, mas eu precisava encontrar uma maneira de amenizar o sofrimento daquelas pessoas. A princípio, armado com minha Bíblia, alguns folhetos e muita vontade e determinação, saí para evangelizar os mendigos que encontrasse nas ruas. Debaixo de uma marquise, comecei a falar de Cristo para eles, dando como prova do amor de Deus, Seu sacrifício. Por esse motivo, era vontade do Senhor que todos tivessem vida e fossem felizes. Nesse momento um dos homens me interrompeu dizendo<strong>: </strong>‘Se Deus é tão bom como você está dizendo que Ele é, por que eu estou aqui nesta circunstância? É muito fácil para você chegar aqui e dizer que Deus é bom, se amanhã você nem vai se lembrar que a gente existe. Daqui a pouco você vai sair daqui; deve ter uma casa<strong>, </strong>uma cama limpa para deitar, uma família esperando. E nós? Nós não temos nada. Que Deus bom é esse que nos deixou chegar a essa situação?’ Desconcertado, não tive resposta. Peguei meus folhetos e minha Bíblia e voltei para casa buscando em Deus uma orientação<strong>. </strong>Resolvi<strong> </strong>não retornar às ruas até que Ele se manifestasse e me dissesse o que eu deveria fazer para ajudar, de uma maneira prática<strong>,</strong> aqueles mendigos. Foram semanas de oração, até que o Senhor falou ao meu coração com uma idéia: levar sopa, pão e cobertores para aquelas pessoas. Deus não exige de nós o que não temos, e, por isso o processo de ajuda aconteceu aos poucos. Comecei dando-lhes apenas pão e leite; depois veio a sopa. E cobertores. Dessa forma, ficava muito mais fácil fazer com que os mendigos se interessassem em me ouvir com atenção e pudessem experimentar, de forma palpável, um pouco do amor de Deus.<strong> </strong>Minha ligação com aqueles homens se tornava cada vez mais forte. O evangelismo das madrugadas começava a dar frutos e eu me via impotente diante daquela situação<strong>. </strong>Muitos mendigos demonstravam interesse em mudar de vida, mas não tinha onde colocá-los. Procurei auxilio em centros de recuperação, mas nenhum deles se dedicava a mendigos, somente a viciados. Não se davam conta de que a mendicância também é um vício.  Escrevi cartas para todas as instituições, mas não adiantou.  Sem conseguir interná-los, resolvi tirar alguns das ruas e colocá-los em pensões. Com o salário de funcionário público cheguei a pagar 8 quartos. Até que um dia, o Senhor<strong> </strong>falou por meio de um deles. Ele sugeriu a construção de uma casa onde eu pudesse abrigar todos.”<strong> </strong></em><strong></strong></p>
<p>Isso aconteceu em 1983, com a construção de uma casa que podia acolher 12 mendigos. Hoje são mais de 500 vagas espalhadas pelo Brasil, além de várias outras atividades assistenciais que têm reconhecimento nacional. Para conhecer mais sobre a Missão Vida, acesse <a href="http://www.mvida.org.br/" target="_blank"><strong><span style="color: #0000ff;">www.mvida.org.br</span></strong></a> e venha conhecer e ouvir o Rev. Wildo Gomes dos Anjos na Igreja Presbiteriana de Curitiba, à Rua Comendador Araujo, 343 – Centro &#8211; Curitiba, no próximo dia 20/05/2012, nos cultos das 9:00, 11:00 e 19:00 horas.</p>
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		<title>Temor e Obediência</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 11:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[Meditações]]></category>
		<category><![CDATA[Palavra de Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Pregação]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[A contista e romancista norte-americana Joanne Greenberg, escreveu um conto cujo título inspirado no Livro de Eclesiastes, é “Things in Their Season” (Cada Coisa a Seu Tempo), onde um grupo de pessoas descobre casualmente que o governo está cobrando secretamente &#8230; <a href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/temor-e-obediencia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2110" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/temor-e-obediencia/livros-sagrados-6/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2110" title="LIVROS SAGRADOS 6" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/LIVROS-SAGRADOS-6-150x113.jpg" alt="" width="150" height="113" /></a>A contista e romancista norte-americana Joanne Greenberg, escreveu um conto cujo título inspirado no Livro de Eclesiastes, é <em>“Things in Their Season”</em> (<em>Cada Coisa a Seu Tempo</em>), onde um grupo de pessoas descobre casualmente que o governo está cobrando secretamente um imposto sobre o tempo, nos moldes do<span id="more-2109"></span> imposto de renda, pois afinal&#8230; tempo é dinheiro. O grupo então rouba uma carga de tempo de um depósito do governo, para prolongar a vida de um seu amado professor que está morrendo. No entanto, para o Eclesiastes não podemos roubar tempo e prolongar os dias de quem quer que seja, mas devemos, sim, bem usar o tempo de que dispomos, vivendo com temor e obediência a Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">O título hebraico do livro de Eclesiastes é <em>Qohelet, </em>que significa<em> “aquele que convoca uma assembléia e fala a ela”</em>, um eclesiástico ou um pregador.  A tradição judaica afirma que seu autor foi Salomão, e embora o texto não o identifique como tal, o autor refere-se a si mesmo em 1.1. como <em>“&#8230; filho de Davi, rei de Jerusalém”, </em>e as menções à sua própria sabedoria em 1.16, ao seu hedonismo em 2.3, à sua riqueza em 2.7, e ao seus grandes empreendimentos de construção em 2.4-6, apontam para Salomão, único descendente de Davi que preencheu as características citadas. Segundo a maioria dos especialistas, o livro foi escrito em torno do ano 935 a.C., e embora alguns opinem que tenha sido escrito mais tarde, após o exílio, fragmentos encontrados em Qumran, eliminam qualquer possibilidade de que tenha sido redigido após o ano 150 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que a vida é um absurdo, um caos totalmente sem sentido? Eclesiastes, em sua parte inicial,  parece propositalmente ter a função de levar-nos a achar que tudo realmente é sem sentido.  E se tudo efetivamente caminha para  a morte, chegamos à conclusão aparente de que nada tem significado, de que nada vale a pena <em>debaixo do sol</em>, para ao final podermos perceber que tudo na verdade vale a pena, que tudo tem sentido quando confiamos em Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os padrões dos nossos dias, temer e obedecer a Deus é loucura, considerados os valores terreais vigentes e a sabedoria do mundo, mas em contraposição a esta postura, o livro de Eclesiastes aponta para a futilidade, a transitoriedade e a falibilidade dos empreendimentos humanos que não levam em conta o propósito de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro da Bíblia &#8211; o único que não recebeu qualquer menção no Novo Testamento, e sobre o qual o pastor Ed René Kivitz escreveu uma obra sob o título <em>“Eclesiastes, o Livro Mais Mal-Humorado da Bíblia”</em> &#8211; foi escrito por alguém que, após viver uma boa parte de sua vida usufruindo das benesses que Deus lhe proporcionou, faz agora &#8211; já na fase final da sua existência &#8211; uma avaliação dos valores que a pautaram. A narrativa do Pregador mostra o equívoco que inevitavelmente resulta da procura da felicidade no prazer temporário do mundo, mas ao final conclui que o temor a Deus e a observância de Seus mandamentos e ordenanças – os valores eternais &#8211; é o único caminho para encontrar um significado pessoal para a existência. Esta conclusão está claramente assinalada na Bíblia, em Jó 28.28: <em>“&#8230; Eis que o <strong>temor</strong> <strong>do Senhor</strong> é a sabedoria,</em><em> </em><em>e o apartar-se do mal é o entendimento”</em>, completada por 1 Samuel 15.22: <em>“&#8230; Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se <strong>obedeça</strong> <strong>à sua</strong> <strong>palavra</strong>?&#8230;”</em>, e finalmente consolidada em Eclesiastes 12.13: “<em>&#8230;<strong>Teme a Deus e guarda os seus mandamentos</strong> &#8230;”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Eclesiastes nos dirige duas expressões que se repetem várias vezes, com o claro objetivo de enfatizar sua importância na tese defendida pelo Pregador: a primeira é a palavra <strong>vaidade</strong>, usada 34 vezes para caracterizar a transitoriedade das coisas materiais, e a segunda é a expressão <strong>debaixo do sol</strong>, que<strong> </strong>encontramos 29 vezes, significando o mundo físico. Como exemplo, recordemos o verso 1.2, <em>“Vaidade de vaidades! diz o Pregador; vaidade de vaidades! Tudo é vaidade”</em>, e o 2.11, <em>“Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Para melhor compreensão do Livro de Eclesiastes, queremos sugerir um esboço baseado em <em>The</em> <em>Ryrie Study Bible</em>, em que a primeira parte, capítulo 1, versos 1 a 3 apresenta a tese do livro: <em>Tudo é Vaidade</em>; a segunda parte, de 1.4 a 2.26, faz a Demonstração da Tese: <em>A Futilidade dos Ciclos da Vida (1.4-11), A Futilidade da Sabedoria Humana (1.12-18), A Futilidade do Prazer e da Riqueza (2.1-11), A Futilidade do Materialismo (2.1-11), </em>e chega à <em>Conclusão: Desfrutar e Contentar-se com a Providência Divina (2.24-26)</em>; a terceira parte é O Desígnio de Deus para a Vida (3.1-22): <em>Deus Estabelece a Ordem dos Eventos da Vida (3.1-11), Concede as Coisas Boas da Vida (3.12-13), Mostra a Perspectiva do Juízo Futuro (3.14-21), </em>e apresenta uma <em>Conclusão (3.22)</em>; a quarta parte relaciona A Futilidade das Circunstâncias da Vida (4.1-5.20): <em>Opressão (4.1-3), Trabalho (4.4-12), Sucesso Político (4.13-16), Adoração Falsa (5.1-7),</em> <em>Riquezas Acumuladas (5.8-17) </em>e novamente apresenta uma <em>Conclusão (5.18-20)</em>; a quinta parte ocupa-se do tema A Futilidade das Riquezas (6.1-12); a sexta parte oferece Conselhos para a Vida (7.1-12.8): <em>Considerando a Maldade Humana (7.1-29), A Inescrutável Providência Divina (8.1-9.18), As Incertezas da Vida (10.1-20) </em>e<em> O Processo de Envelhecimento (11.1-12.8), </em>e<em> </em>a sétima e última parte<em> </em>consolida uma Conclusão Final (12.9-14).</p>
<p style="text-align: justify;">Embora Eclesiastes seja permeado por um ceticismo aparentemente contrário ao tom predominante das Escrituras, contendo afirmações que se tomadas isoladamente podem até parecer incoerentes com o ensino bíblico, entendidas em seu contexto, tais asserções em seu conjunto nos oferecem a oportunidade de compreender a vacuidade da vida daqueles que não conhecem a Deus. Se para eles Deus não existe, ou se existe mas não tem significado em suas vidas, se não há salvação, que sentido e propósito pode haver na existência humana? A vida neste mundo, <em>debaixo do sol,</em> para os que estão apartados de Deus, é pura <em>vaidade</em>, é injusta, é deprimente, é frustrante, é cruel, é uma luta inglória, é <em>correr atrás do vento</em>. Entretanto, para os que têm Cristo, a vida terreal é apenas um exercício, um período de aprendizado e maturação espiritual, mera jornada sombria em nada comparável à verdadeira vida, aquela por vir plena da glória de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Pai Celeste, que tenhamos sempre em nossos corações os ensinamentos que Tu nos proporcionas através da Tua Palavra perfeita, e capacita-nos a ter dela a compreensão que esperas que tenhamos, não apenas para a empregarmos em nossa própria vida, mas também para proclamá-la àqueles que não a conhecem. </em></strong><strong><em>No nome santo, maravilhoso, doce e perfeito de Jesus Cristo assim oramos agradecidos. Amém.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Este <em>blog</em> nasceu da vontade de compartilhar a Palavra de Deus por meio de meditações semanais, sem a finalidade de colher ganho de qualquer espécie, que não seja o de alcançar mais pessoas para Cristo. Se você ainda não recebe diretamente em seu endereço de e-mail as mensagens semanais <em>De Coração a Coração</em>, e deseja passar a recebê-las regularmente, por favor escreva seu nome e endereço de e-mail no espaço abaixo destinado ao<strong>comentário</strong>. <strong><em>Você tem a nossa garantia de que não faremos mau uso de seus dados. </em></strong>Graça e Paz!</span></p>
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		<title>Reflexões Sobre a Existência Humana: Glorificação</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 22:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[Meditações]]></category>
		<category><![CDATA[Palavra de Deus]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2106" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/reflexoes-sobre-a-existencia-humana-glorificacao/glorificacao-8/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2106" title="GLORIFICAÇÃO 8" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/GLORIFICAÇÃO-8-131x150.jpg" alt="" width="131" height="150" /></a>A glorificação do cristão é o resultado final e completo de sua conformação à imagem de Jesus Cristo. Deus nos fez à semelhança de Seu Filho e ser glorificado é outra maneira de dizer que o crente será “configurado” ao caráter de Cristo, que é o propósito último e perfeito para o cristão. Uma grande promessa relativa à nossa glorificação Paulo faz em Filipenses 1.6: <em>“</em><em>Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao<span id="more-2105"></span> Dia de Cristo Jesus.”</em> O grande plano de Deus para a nossa salvação estende-se da eternidade passada à eternidade futura, e estejamos certos de que Ele o cumprirá fielmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso corpo material, sujeito a dores &#8211; o que muitas vezes nos tornam incapazes de adorar a Deus da maneira que deveríamos &#8211; é o que Paulo chama de corpo de nossa “humilhação” em Filipenses 3.21. Mas os corpos de todos que crêem nEle, o Senhor Jesus Cristo, transformará à semelhança de Seu próprio corpo de glória: <em>“</em><em>Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,<strong><sup> </sup></strong>o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.”</em> Como crentes, pela fé, nossas almas já foram transformadas, e por fim nossos corpos serão renovados para adequá-los a nossos espíritos regenerados. Não sabemos quando isto se dará, mas temos a certeza de que acontecerá segundo os planos excelsos de nosso Criador, e o só pensar nisto nos deve trazer regozijo e força para enfrentar as provações desta vida terreal e os inimigos que nos espreitam e rugem à nossa volta. Que maravilhosa promessa: sermos como Jesus é agora, e não mais estarmos sujeitos às enfermidades, às tristezas e às agonias que a carne nos impõe. A Bíblia nos ensina que um dia estaremos com Cristo e seremos completamente semelhantes a Ele em Seus atributos de amor, alegria, paz, longanimidade, misericórdia, sabedoria, fé, graça, bondade, auto-controle e humildade. Nunca mais teremos corações fatigados, olhos molhados, costas doridas, semblantes constristados!</p>
<p style="text-align: justify;">A glorificação é a etapa final da obra redentora de Cristo em nós, e acontecerá quando Ele vier pela segunda vez, para ressuscitar os corpos de todos os que são Seus &#8211; os de hoje e os de todos os tempos &#8211; reunindo-os às suas respectivas almas, ao mesmo tempo que transformará os corpos dos Seus que ainda estiverem vivos, concedendo a estes um corpo ressurreto semelhante ao Seu. A redenção de Cristo, portanto, será completa, pois não envolverá apenas a nossa parte imaterial – o espírito ou alma, mas também a material – o corpo &#8211; para que sejamos totalmente libertos dos efeitos da Queda e restaurados ao estado de perfeição com o qual fomos originalmente por Ele criados, como Paulo afirma &#8211; considerando como fato consumado &#8211; em Romanos 8.30: <em>“E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Com referência à ressurreição e à glorificação, 1 Coríntios 15.12-58 é o trecho mais significativo do Novo Testamento, ao dizer no versos 22 e 23 que <em>“&#8230; todos serão vivificados em Cristo”</em>, e, <em>“</em><em>Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.”</em> Nos versos 35-50, Paulo informa sobre questões relativas à ressurreição do corpo, e nos versos 51-52 conclui ensinando que nem todos os cristãos morrerão, e aqueles que permanecerem vivos por ocasião de Sua volta terão seus corpos instantaneamente transformados em corpos ressurretos inalteráveis, inatacáveis, que não se deterioram: <em>“</em><em>Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.” </em></p>
<p style="text-align: justify;">E como será nosso corpo ressurreto? Nos versos 42-44 e 48-49, Paulo explica que tal qual a semente é lançada na terra para se transformar em planta de aspecto primoroso, perfeito, nosso corpo após a morte aguardará a ressurreição para ser transformado à semelhança do corpo de Cristo.  <em>“Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória.<strong><sup> </sup></strong>Semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder. Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual. (&#8230;) Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o homem celestial, tais também os celestiais.<strong><sup> </sup></strong>E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial.”</em> Desta forma, nosso corpo ressurreto será uma expressão da soberania de Deus ao nos criar segundo a Sua imagem e semelhança, como coroa de Sua criação, como deveria ser o homem por Ele concebido no Jardim do Éden antes da Queda. Quando Paulo diz que nosso corpo será ressuscitado <em>em glória</em>, em oposição à <em>desonra</em> anterior, mostra que ele voltará a manifestar a beleza e a beatitude celeste perdida, como Jesus prometeu em Mateus 13.43; que ressuscitará <em>em poder</em>, constrastando com <em>a fraqueza</em> consequente da Queda, permitindo que façamos tudo o que estiver de acordo com a Sua vontade; <em> </em>que será um <em>corpo espiritual</em>, um corpo físico adequado ao caráter e à atividade do Espírito Santo, um corpo semelhante ao de Jesus demonstrado após a Sua ressurreição, um corpo perfeito que podia ser tocado, que se alimentava normalmente, formado por carne e ossos, como Ele insistiu em mostrar aos discípulos em Lucas 24.39: <em>“Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.”<strong><sup> </sup></strong></em>Quando Jesus voltar, nos concederá novos corpos, como lemos em 1 João 3.2: <em>“&#8230;</em><em> Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é”</em>, deixando-nos a certeza de que viveremos como crentes ressuscitados em corpos imunes às doenças e à passagem do tempo, plenamente adaptados à vida em nossa verdadeira pátria, onde  <em>“&#8230; segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça.”</em><em> </em><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando lemos em 2 Timóteo 2.10 que <em>“</em><em>Por esta razão, tudo suporto por causa dos eleitos, para que também eles obtenham a salvação que está em Cristo Jesus, com eterna glória”</em>, fica-nos a maravilhosa certeza de que<strong><sup> </sup></strong> o estado de glorificação é eterno, e que por isso habitaremos com Ele na Nova Jerusalém celestial para sempre, como está registrado em Apocalipse 21.1-8.</p>
<p style="text-align: justify;">Por meio do livro de Apocalipse Deus nos permite também ter a convicção de que a glória celestial nos facultará vê-lO em e por meio de Cristo, que seremos abençoados pelo amor permanente do Pai e do Filho, e que desfrutaremos do descanso de nossa lida terreal predita em 14.13: <em>“&#8230; </em><em>Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham”</em>. O Senhor igualmente nos certifica em 7.15-17 que O serviremos de dia e de noite no Seu santuário, que jamais teremos fome ou sede, que não mais seremos castigados pelo sol inclemente, que seremos apascentados e guiados às fontes da água da vida, e que toda lágrima nos será enxugada. Além disso, pelo texto de 7.9-10 e 19.1-5, compreendemos que Deus nos concederá a graça de louvá- lO e adorá-lO eternamente, e em 19.6-9, que teremos perfeita comunhão com o Cordeiro e seus santos.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim, Apocalipse 22.5 nos promete que pelos séculos dos séculos, a luz de Deus brilhará sobre nós, e viveremos em glória eterna com Cristo, o que certamente é muito mais do que merecemos ou almejamos, mas que só é possível pela graça também eterna de nosso Criador.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Senhor Deus, a glorificação é a grande esperança que temos no futuro. Vivemos agora neste mundo corrupto que está entregue nas mãos do inimigo de nossas almas, mas a perspectiva abençoada de habitarmos conTigo no lar celestial, livres do pecado interno e externo, assemelhados a Ti, nos conforta, nos dá alento e coragem para prosseguirmos focados em Cristo, no poderoso nome de quem oramos agradecidos. Amém.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Este <em>blog</em> nasceu da vontade de compartilhar a Palavra de Deus por meio de meditações semanais, sem a finalidade de colher ganho de qualquer espécie, que não seja o de alcançar mais pessoas para Cristo. <span style="color: #333333;">Se você ainda não recebe diretamente em seu endereço de e-mail as mensagens semanais <em>De Coração a Coração</em>, e deseja passar a recebê-las regularmente, por favor escreva seu nome e endereço de e-mail no espaço abaixo destinado ao <strong>comentário</strong>. <strong><em>Você tem a nossa garantia de que não faremos mau uso de seus dados. </em></strong></span><span style="text-align: justify;">Graça e Paz!</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><em> </em></p>
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		<title>Ao Único</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas Novas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rev. Juarez  Marcondes “Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. O único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. &#8230; <a href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/ao-unico/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Rev. Juarez  Marcondes</em></strong></p>
<p><em><a rel="attachment wp-att-2091" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/ao-unico/rev-juarez-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-2091" title="REV. JUAREZ 3" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/REV.-JUAREZ-3.jpg" alt="" width="120" height="160" /></a>“Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. O único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!”</em> (I Timóteo 1.17; 6.16).</p>
<p>Quem é o nosso Deus? Podemos conhecê-lo? Podemos esgotar o conhecimento a seu respeito?</p>
<p>Quando estudamos teologia, a pressuposição básica é que existe um Deus. E quando a teologia em questão é cristã e evangélica, assumimos que é possível conhecer a este Deus, porque Ele se revela por meio da Sua Palavra.</p>
<p>Deus é incompreensível, porém é cognoscível, ou seja, possível de ser conhecido. Não podemos esgotar o conhecimento a respeito de Deus, como assinala a Escritura Sagrada: <em>“Porventura, desvenderás os arcanos de Deus ou penetrarás até à perfeição do Todo-poderoso”</em> (Jó 11.7).</p>
<p>Como parte do aprendizado se dá por meio de comparações, no tocante a Deus, faltam-nos elementos de comparação, como declara o profeta<em>: “Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com Ele?”</em> (Isaías 40.18).</p>
<p>Nada obstante, o verdadeiro sentido da existência humana está em perseverar no conhecimento de Deus, uma vez que o próprio de Deus se dá a conhecer. Jesus afirmou: <em>“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”</em> (João 17.3). Portanto, a eternidade da vida não se estabelece por um prolongamento do tempo e fora dele, mas, sim, pelo conhecimento do verdadeiro Deus.</p>
<p>Tal conhecimento ganha expressão máxima na revelação suprema de Deus por meio do Seu Filho, nosso eterno Salvador, Jesus Cristo. <em>“O Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em Seu Filho, Jesus Cristo”</em> (I João 5.20). Quanto mais estreitados forem os nossos laços com Cristo, maior será o nosso conhecimento do Deus Altíssimo.</p>
<p>Por outro lado, é impossível esgotar o conhecimento de Deus. Ele é muito maior do que a nossa capacidade de compreendê-lo. “Finitum non possit capere infinitum” (o finito não pode compreender o infinito).</p>
<p>O Culto que prestamos a Deus é marcado pelo reconhecimento da infinitude de Seu Ser. Deus é caracterizado por profundidade, plenitude, variedade, e uma glória que excede a nossa compreensão, revelado de maneira gloriosa e harmoniosa sem qualquer contradição.</p>
<p>Prestar reverência e louvor ao único que é digno de tal honra é o dever de todo o que confessa o nome de Cristo, tributando glória ao Deus vivo e verdadeiro, agora e pelos séculos do séculos.</p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.decoracaoacoracao.com.br%2F2012%2F04%2Fao-unico%2F&amp;title=Ao%20%C3%9Anico">Compartilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Poty, Março de 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 17:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Núcleo Familiar Poty]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas reuniões do Poty há momentos reservados para os avisos importantes, para o louvor a Deus através de cânticos, para a oração, para a informação sobre missionários e sobre os grandes homens de Deus do passado e para a leitura &#8230; <a href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/poty-marco-de-2012/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nas reuniões do Poty há momentos reservados para os avisos importantes, para o louvor a Deus através de cânticos, para a oração, para a informação sobre missionários e sobre os grandes homens de Deus do passado e para a leitura e a exposição da Palavra de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2082" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/poty-marco-de-2012/delurdes-0232012/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2082" title="Delurdes 0232012" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Delurdes-0232012-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Durante o mês de marco houve quatro reuniões do NF Poty. No Dia 2, fomos recebidos pelos irmãos Delurdes e Paulo em seu apartamento localizado no Bigorrilho. Foi uma reunião muito concorrida, conforme se pode constatar pela foto. O hospedeiro estava completando mais um ano de vida e aproveitamos a ocasião para orar por ele, para agradecer pelos muitos anos de vida que Deus tem lhe concedido e pela sua abençoada família. A reunião contou com a presença de nosso querido Pastor Juarez que trouxe uma mensagem baseada em Filipenses 1:3-11. Em resumo, a meditação nos levou a entender que há um modelo de oração que sempre devemos estar fazendo, qual seja, aquela em que pedimos a Deus que nos aumente nosso amor por Ele e que faça sempre crescer em nós o amor pelos irmãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2083" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/poty-marco-de-2012/yeda-0903/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2083" title="Yeda 0903" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Yeda-0903-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Na semana seguinte o grupo se reuniu na casa do casal Yeda e Gessé, onde fomos recebidos com muito carinho e onde tivemos a oportunidade de estudar o Livro de Jó, destacando os aspectos importantes de sua mensagem, o que foi feito com propriedade pelo Presbítero Joel Pugsley. O livro de Jó nos traz profundos ensinamentos a respeito de nosso Deus e de como deve ser o nosso relacionamento com Ele. Talvez o mais claro ensinamento é aquele que nos informa ser nosso Pai Celeste um Deus soberano e livre para tomar as decisões que Ele quer com relação as sua criação e que nosso relacionamento com Ele não pode ser outro senão o de profunda humildade e de inteira submissão. Para entender isso, basta meditar um pouco nas Suas  palavras registradas a partir do capitulo 38 de Job.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2084" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/poty-marco-de-2012/elvia-16032012/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2084" title="Elvia 16032012" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Elvia-16032012-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Dia 16 de março foi a vez de Elvia e Lucio receberem os integrantes do Poty em seu apartamento. Estiveram lá 15 pessoas para louvar o Criador de todo o universo, para orar, para compartilhar as bênçãos e favores recebidos dAquele que se compadece e atende as súplicas de seus filhos. Houve  vários testemunhos de vitórias e a participação de vários irmãos  diante das explicações trazidas pela irmã Keka sobre os Salmos do Livro I.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2085" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/poty-marco-de-2012/sandra-23032012/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2085" title="Sandra 23032012." src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Sandra-23032012.-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Na sexta-feira seguinte, dia 23, o Poty marcou seu encontro no apartamento da Sandra Alcântara e foi dirigido pelo Winston, seu coordenador, tendo como preletora nossa irmã Maria de Lourdes Willers. Ela trouxe uma palavra de crescimento espiritual, ampliando e detalhando o tema abordado na pastoral da Igreja para este bimestre, com base nos Salmos do Livro II.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2086" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/poty-marco-de-2012/nanny-30-03-2012/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2086" title="Nanny 30 03 2012" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Nanny-30-03-2012-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A última reunião do mês teve lugar na casa da Nanny e do Winston, coordenadores do grupo. A condução dos trabalhos esteve sob a direção da Nanny e a preleção a cargo do Winston, que trouxe um estudo muito bem elaborado com base no Salmo 73, composto por Asafe, autor aliás de onze dos dezessete que compreendem o Livro III de Salmos.</p>
<p style="text-align: justify;">O pano de fundo dessa passagem, segundo o preletor,está na pergunta: “Por que pessoas más usufruem do  que há de bom na vida, enquanto que os bons e que conservam puro o coração vivenciam muitas vezes o mal e as dificuldades em suas vidas?”  A meditação da noite tratou de responder à indagação e o fez de modo conclusivo, quando , entre outros esclarecimentos diz, que  “A Bíblia não promete a nós cristãos uma vida isenta de lutas, de sofrimento, de dificuldades, de perdas, de aflições e de decepções. Mas ela promete aos que crêem em Cristo, que terão um Companheiro de jornada que irá ajudá-los, encorajá-los e dar-lhes forças em todo o caminho. Nunca nos esqueçamos do que Deus nos diz em Hebreus 13.5-6:” <em>“&#8230; De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei (&#8230;) O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?”</em></p>
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<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.decoracaoacoracao.com.br%2F2012%2F04%2Fpoty-marco-de-2012%2F&amp;title=Poty%2C%20Mar%C3%A7o%20de%202012">Compartilhar</a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Reflexões Sobre a Existência Humana: Ressurreição</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 19:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
		<category><![CDATA[Devocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
		<category><![CDATA[Meditações]]></category>
		<category><![CDATA[Palavra de Deus]]></category>
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		<category><![CDATA[Religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto para o mundo esta época de Páscoa é simplesmente mais um feriadão, mais um tempo para “curtir a vida”, para o comércio faturar mais, para divertir-se, presentear e empanturrar-se de chocolate, para nós cristãos, a Páscoa tem o propósito &#8230; <a href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/reflexoes-sobre-a-existencia-humana-ressurreicao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2102" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/reflexoes-sobre-a-existencia-humana-ressurreicao/ressurreicao-1-2/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2102" title="RESSURREIÇÃO 1" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/RESSURREIÇÃO-11-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Enquanto para o mundo esta época de Páscoa é simplesmente mais um feriadão, mais um tempo para “curtir a vida”, para o comércio faturar mais, para divertir-se, presentear e empanturrar-se de chocolate, para nós cristãos, a Páscoa tem o propósito de lembrar a salvação em Cristo, a redenção do pecado, a libertação da escravidão a Satanás e a vitória sobre a morte. Sim, a<span id="more-2064"></span> Páscoa deve ser uma grande festa &#8211; mas do espírito e não da carne &#8211; a festa da ressurreição, a festa da libertação, a festa da esperança na vida eterna, e por isso devemos ter sempre em mente a exortação de Paulo em 2 Timóteo 2.8: <em>“Lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado de entre os mortos&#8230;”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Como muitos que não conhecem a Cristo, o advogado e jornalista inglês Frank Morison era completamente cético, e então decidiu provar que a ressurreição de Cristo era apenas um mito. Na época ele escreveu em seu jornal: <em>&#8220;Eu queria focar nesta última fase da vida de Jesus, com todo seu drama rápido e pulsante, seus antecedentes distintos e claros de antiguidade, e seu tremendo interesse psicológico e humano &#8211; tirar a sua exuberância de crenças primitivas e superstições dogmáticas, e ver esta grande pessoa como ela realmente era&#8221;. </em>No entanto, as investigações de Morison produziram justamente o resultado contrário. E ao invés de permanecer cético, ao invés de escrever um relato pormenorizado e contundente do mito, ele na verdade escreveu uma defesa da ressurreição, em um livro chamado <em>&#8220;Quem Moveu a Pedra?&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">No outro extremo da fé, o evangelista Billy Graham conta que foi convidado para tomar o café da manhã com o então poderoso político Konrad Adenauer, antes de ele se afastar do cargo de Chanceler da Alemanha. <em>“Quando cheguei”</em> – relata – <em>“esperava encontrar um homem forte e normal, capaz de ficar embaraçado se eu lhe falasse de religião. Após os cumprimentos, o Chanceler virou-se para mim, repentinamente, e perguntou: ‘Sr. Graham, qual é a coisa mais importante do mundo?’ Antes que eu respondesse, ele tinha pronta a sua resposta: ‘A ressurreição de Jesus Cristo. Se Jesus Cristo está vivo, então resta uma esperança para o mundo. Se Jesus Cristo está no túmulo, não vislumbro esperança alguma no horizonte’.</em> <em>E voltou a me surpreender ao dizer que tinha a ressurreição de Cristo como um dos fatos mais seguros da história. Disse ele ainda:</em> <em>‘Quando deixar o cargo, pretendo passar o resto de minha vida reunindo provas científicas da ressurreição de Jesus Cristo’. Foi o fato da ressurreição de Cristo que levou os discípulos a trabalharem como revolucionários apaixonados e pioneiros na transformação do mundo do seu tempo. Eles pregavam que Cristo estava vivo. Esta deve ser a nossa mensagem, não só na Páscoa, ou no Natal, mas em todos os dias do ano.”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">O Novo Testamento afirma que Jesus Cristo foi o primeiro a ser ressuscitado dentre os mortos, e após a Sua ressurreição &#8211; em Lucas 24.46 &#8211; lembrou aos discípulos atônitos que ela já havia sido profetizada no Velho Testamento: <em>“&#8230; </em><em>Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia</em><em>&#8230;”</em>, e Paulo em 1 Coríntios 15.3-8, lembra à igreja de Corinto a extraordinária importância de tal evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a ressurreição de Cristo não tenha tido testemunho humano, as abundantes provas deste evento incontestável apóiam-se nas predições do próprio Jesus em Mateus 12.39, 40; 17.23; 20.19; 26.32; Marcos 8.31; 9.9, 31; 10.34 e João 2.19; 16.16; nos depoimentos das Suas aparições registradas nos evangelhos de Mateus 28.16-20; Marcos 16.14; Lucas 24.13-53; João 20.19-29, e as citadas por Paulo em 1 Coríntios 15.3-8; nas aparições às mulheres em Mateus 28.1-10; Marcos 16.1-9; Lucas 24.1-12; João 20.15-18; nas promessas do Cristo ressurreto feitas em Atos 1.8 e cumpridas com o derramar do Espírito Santo no Pentecostes em Atos 2.1-4; na reanimação do grupo de apóstolos que havia esmorecido com a morte de Jesus, o que, como conseqüência, produziu o nascimento e a expansão incrivelmente rápida da Igreja; na profunda mudança de atitude dos apóstolos, que da covardia demonstrada até pouco antes, tornaram-se cheios de intrepidez, ousadia, entusiasmo, poder e entrega, chegando até ao martírio por Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">A ressurreição de Cristo é o fundamento do Evangelho, e significa a vitória definitiva de Deus sobre a morte, como Paulo de forma tão magistral registrou em 1 Coríntios 15.55: <em>“</em><em>Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” </em>Nas Escrituras, Cristo &#8211; e posteriormente Paulo &#8211; confirmou, ampliou e definitivamente estabeleceu a doutrina da ressurreição geral e concomitante de todos os mortos – tanto salvos quanto perdidos &#8211; na consumação dos séculos profetizada por Daniel 12.2: <em>&#8220;Muitos dos que dormem no pó</em><em> </em><em>da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno&#8221;. </em>Nosso Senhor não deixa dúvidas quanto à ressurreição simultânea de crentes e incréus em João 5.28-29: <em>“</em><em>Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1 João 3.2, o apóstolo anuncia, <em>“Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é”</em>, o que nos garante que o cristão ressurreto<strong><em><sup> </sup></em></strong>será semelhante ao Seu Senhor, pois o pecado e suas consequências terão sido totalmente expurgados de seu novo ser. Nosso corpo, na existência terreal, foi criado para se adaptar às necessidades desta vida; após a ressurreição, seremos dotados de corpos adequados às funções de ordem espiritual, para continuarmos a servir a Deus, como Paulo ensina em 1 Coríntios 15.44: <em>“</em><em>Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.”</em><strong><sup> </sup></strong>No mesmo capítulo da primeira carta aos coríntios &#8211; nos versos 35 a 54 &#8211; o apóstolo traça de forma didática e muito clara uma imagem de como será  nosso corpo ressurreto: uma dádiva do Criador, uma recriação que mantém os vínculos essenciais com a velha criação, excetuando a corruptibilidade, a carnalidade, a materialidade, a mortalidade e a atual adequação orgânica, porém conservando a posse de perfeitas faculdades cognitivas e volitivas. Nos versos 35 a 38, Paulo também ensina que a ressurreição transforma o homem de natural em espiritual, mantendo contudo entre a vida terreal e a vida eterna um vínculo essencial de continuidade – porém não de qualidade &#8211; empregando a figura da semente lançada à terra e a planta que dela brota. E o apóstolo conclui no verso 42: <em>“</em><em>Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória”</em>, mostrando assim o claro objetivo da ressurreição: aperfeiçoar o crente para o serviço eterno ao Criador.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a Palavra de Deus nos elucida suficientemente sobre a vida futura do crente ressurreto, pouco nos diz a respeito do que acontecerá com o ímpio ressurreto, e apenas podemos inferir que colherá frutos opostos aos dos salvos, isto é, na sua ressurreição continuará carregando os efeitos dos pecados e a corruptibilidade da vida na terra. Para ele também por certo valerá o princípio de semeadura e colheita, apenas que, por ter semeado corrupção e não ter sido regenerado, colherá igualmente corrupção; por ter semeado desonra, colherá ignomínia. Sua alma terá a consciência maximizada do pecado e da culpa, e por não poder contar com a consolação do Espírito Santo, viverá em tormento eterno, totalmente afastado de Deus. Sua condição de sofrimento será imutável, permanente; seu corpo, mal utilizado e conspurcado na passagem pelo mundo, será o veículo e a mostra inegável da corrupção em que viveu, e que o levará à morte eterna cheia de malignidade, destituída de qualquer virtude, terrivelmente insuportável e sem qualquer possibilidade de reversão. Lembremos novamente de Jesus Cristo em Lucas 16.22-25 &#8211; quando relata a parábola do homem rico e de Lázaro &#8211; dando-nos uma clara idéia do destino dos injustos: uma prisão horrível, um lugar de trevas e fogo inextinguível, onde o tormento é perpétuo e de intensidade permanente, sem a presença consoladora de Deus, que se ausentou para sempre. Em Mateus 25.41, Jesus diz: “&#8230; <em>Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”</em> e Ele mesmo, em Apocalipse 21.8, refere-se igualmente a esta futura realidade. Segundo o Novo Testamento, não há dúvida de que os ímpios chorarão e rangerão os dentes em agonia eterna no inferno (Gehenna) pois o amor de Deus é imensurável, mas Sua justiça é implacável, caso contrário Ele não seria justo. O homem incrédulo precisa conscientizar-se de que o inferno é uma opção terrena que ele próprio faz quando, pelo ceticismo, e apesar de sua total falta de humano merecimento, rejeita a graça da salvação oferecida misericordiosamente por Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Amado Deus, nós Te agradecemos por Tu um dia teres permitido que fizéssemos parte da Tua família. Obrigado, Senhor, pela certeza da salvação em Cristo, pela ressurreição para a vida eterna que Tu nos garantes, pela convicção de que habitaremos conTigo na Nova Jerusalém, servindo-Te pelos séculos dos séculos. Capacita-nos, Pai, enquanto há tempo, para cooperarmos eficientemente conTigo para a salvação dos perdidos. No nome inefável de Jesus nosso Salvador oramos com júbilo e gratidão. Amém.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><strong><em><strong><em><strong>(Continua na próxima semana com o tema <em>Reflexões Sobre a Existência Humana: Glorificação</em>)</strong></em></strong></em></strong></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este <em>blog</em> nasceu da vontade de compartilhar a Palavra de Deus por meio de meditações semanais, sem a finalidade de colher ganho de qualquer espécie, que não seja o de alcançar mais pessoas para Cristo. Se você ainda não recebe diretamente em seu endereço de e-mail as mensagens semanais <em>De Coração a Coração</em>, e deseja passar a recebê-las regularmente, por favor escreva seu nome e endereço de e-mail no espaço abaixo destinado ao <strong>comentário</strong>. <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Você tem a nossa garantia de que não faremos mau uso de seus dados. </span></em><span style="font-style: italic;">Graça e Paz!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
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		<title>Reflexões Sobre a Existência Humana: Estado Intermediário</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 22:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nanny &#38; Winston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Estudos Bíblicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Com certeza todos nós, em algum momento de nossas vidas, nos perguntamos para onde iremos após a morte, afinal trata-se de uma preocupação existencial inata de todo o ser humano. Em teologia, o período que transcorre entre a morte e &#8230; <a href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/reflexoes-sobre-a-existencia-humana-estado-intermediario/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2059" href="http://www.decoracaoacoracao.com.br/2012/04/reflexoes-sobre-a-existencia-humana-estado-intermediario/morte-21/"><img class="alignleft size-full wp-image-2059" title="MORTE 21" src="http://www.decoracaoacoracao.com.br/wp-content/uploads/2012/04/MORTE-21.jpg" alt="" width="170" height="113" /></a>Com certeza todos nós, em algum momento de nossas vidas, nos perguntamos para onde iremos após a morte, afinal trata-se de uma preocupação existencial inata de todo o ser humano. Em teologia, o período que transcorre entre a morte e a ressurreição é chamado de <strong>estado intermediário</strong>, e as<span id="more-2058"></span> Escrituras deixam evidente que os mortos nela permanecem conscientes, tanto os justos, quanto os ímpios (Lucas 16.22-25; 23.43; 2 Coríntios 5.8; Filipenses 1.23; Apocalipse 6.9-11; 14.13). Na Sua segunda vinda, Cristo ressuscitará toda a raça humana: o crente, ressuscitará para a vida, mas o descrente para juízo, como lemos em João 5.29; no estado intermediário a alma não possui corpo, embora este estado seja de regozijo consciente dos justos, mas de sofrimento consciente dos ímpios. Há muitas interrogações com respeito ao estado intermediário, entretanto o raciocínio, a fé e as Escrituras não deixam dúvidas quanto à ressurreição e à sobrevivência da alma após a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Louis Berkhof, em sua <em>Teologia Sistemática</em>, escreveu:<em>“Tem-se levantado a questão sobre se, após a morte, a alma continua ativamente consciente e é capaz de ação racional e religiosa. Por vezes isso tem sido negado, sobre a base geral de que a alma, em sua atividade consciente, depende do cérebro e, portanto, não pode continuar a funcionar quando o cérebro é destruído. Mas, como já foi assinalado anteriormente (Capitulo III.D da Teologia Sistemática deste autor), a validade desse argumento pode ser posta em dúvida. ‘Ele se baseia’, para usar as palavras de Dahle, ‘no erro de confundir o operário com a sua máquina’. Do fato de que a consciência humana, na presente vida, transmite os seus efeitos pelo cérebro, não se segue necessariamente que não possa agir de nenhum outro modo. Ao argumentarmos a favor da existência consciente da alma depois da morte, não nos apoiamos nos fenômenos do espiritismo dos dias atuais, e nem mesmo dependemos de argumentos filosóficos, embora estes não sejam destituídos de força. Buscamos nossas provas na Palavra de Deus, e particularmente no Novo Testamento. O rico e Lázaro participam de uma conversação em Lucas 16.19-31. Paulo descreve o estado desencarnado como ‘<em>habitar com o Senhor</em>’</em>,<em> e como uma coisa preferível à vida presente em 2 Coríntios 5.6-9; Filipenses 1.23. Decerto que dificilmente ele falaria dessa maneira acerca de uma existência inconsciente, que seria uma virtual não- existência. Em Hebreus 12.23 se diz que os crentes têm chegado ‘<em>aos espíritos dos justos aperfeiçoados</em></em>’,<em> o que certamente implica em sua existência consciente. Além disso, os espíritos debaixo do altar clamam por vingança contra os perseguidores da Igreja em Apocalipse 6.9, e se afirma que as almas dos mártires reinam com Cristo em Apocalipse 20.4.”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Desde o tempo de Agostinho de Hipona &#8211; séculos IV e V de nossa era &#8211; os teólogos cristãos consideravam que, entre a morte e a ressurreição, as almas dos homens, ou desfrutavam de um repouso, ou sofriam, enquanto aguardavam, ou pela complementação de sua salvação, ou pela consumação de sua condenação. Na Idade Média esta posição continuou a ser ensinada, e foi então desenvolvida a doutrina do purgatório. Os Reformadores rejeitaram a doutrina do purgatório, por ser antibíblica, mas continuaram a defender um <strong>estado intermediário</strong>, embora Calvino &#8211; mais do que Lutero &#8211; tendia a considerar esse estado como de uma existência consciente. Em sua obra <em>Psychopannychia</em> &#8211; uma resposta aos anabatistas de seu tempo, que ensinavam que as almas simplesmente dormiam entre a morte e a ressurreição &#8211; Calvino ensinou que, para os crentes, o estado intermediário é tanto de bênção como de expectação – e por causa disso a benção é provisória e incompleta. Desde aquele tempo, a doutrina do estado intermediário tem sido ensinada pelos teólogos da Reforma, e se reflete nas Confissões da Reforma. E, mais que isto, a posição das igrejas reformadas é de que as almas dos crentes, imediatamente após a morte, ingressam nas glórias dos céus.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Antigo Testamento diz que a existência humana não finda com a morte, mas que após morrer, o homem continua a existir no reino dos mortos, geralmente denominado <em>Sheol</em> ou <em>Seol </em>– no hebraico do Velho Testamento, e <em>Hades </em>no grego do Novo Testamento. Já no Velho Testamento começa a aparecer a convicção de que os destinos do ímpio e do justo, após a morte, não são o mesmo, e que o primeiro permanecerá sob o poder do <em>Sheol, </em>enquanto que o segundo finalmente será liberto desse poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a morte é a condição do corpo sem a alma e o espírito, <em>Sheol</em> ou <em>Hades</em> é a condição da alma e do espírito sem o corpo. A maioria dos estudiosos da Bíblia acredita que <em>Hades</em> é uma condição, ao invés de um lugar de almas e de espíritos que partiram, e simplesmente significa &#8220;o mundo do invisível&#8221;, uma condição temporária de pessoas que deixaram o corpo, num período entre a morte e a ressurreição, também denominada estado intermediário ou de separação, uma vez que a morte separou a alma e o espírito do corpo. <em>Sheol</em> e <em>Hades</em> são igualmente termos usados para designar a morte, seja de  justos ou de injustos, de salvos ou de perdidos, e assim se refere tanto a Jesus Cristo em Atos 2.27, 31, 13.35 e aos santos em 1 Coríntios 15.55, quanto aos perdidos  em Lucas 16.23. Embora pessoas neste estado fora do corpo estejam plenamente conscientes, com suas memórias e emoções intactas &#8211; como fica comprovado em  Lucas 16.23-25 &#8211; não têm conhecimento do que está acontecendo no mundo, uma vez que estão em outro, como lemos em 1 Samuel 28.15-19, quando Samuel teve de ser informado por Saul da situação de Israel naquele momento. Em  Jó 14.21 fica patente o desconhecimento das coisas do mundo por aqueles que morrem, e em Eclesiastes 9.5, Salomão diz que <em>“&#8230; os mortos não sabem coisa nenhuma&#8230;”</em>,  não significando entretanto que não têm consciência ou que não existam, pois o contexto da afirmativa remete a Eclesiastes 1.3, às coisas <em>“&#8230; debaixo do sol”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No Novo Testamento, em Lucas 16.26, aprendemos que há uma divisão no <em>Hades </em>entre justos e injustos, um grande abismo que impede que alguém possa passar de um lado para o outro, pois os primeiros estão no paraíso, enquanto os outros estão em prisão. Em resumo, a morte conduz o corpo para a sepultura, alma e espírito para o <em>Hades</em>, ou para o paraíso – os justos – ou para a prisão – os injustos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto os crentes, os justos, no <em>Hades</em> estão no paraíso com Cristo, como lemos em Lucas 23.43; 2 Coríntios 12.1-4; Apocalipse 2.7. Enquanto isto, os descrentes, os injustos, no <em>Hades </em>estão em prisão &#8211; como o apóstolo ensina em 1 Pedro 3.19-20 – aguardando a sentença final irrevogável do grande trono branco de Apocalipse 20.11-15, sofrendo tormentos indizíveis, como relatado em Isaias 57.20-21 e Lucas 16.23-24.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É fora de dúvida que  muitas das incertezas a respeito do estado intermediário e do destino eterno das pessoas que partiram, só nos sejam satisfatoriamente respondidas quando estivermos na vida eterna. No entanto, precisamos lembrar que a Bíblia não foi escrita simplesmente para satisfazer a curiosidade humana, mas sim para nos permitir conhecer a Cristo, que é o único capaz de trazer saciedade a nossos corações e a nossas mentes. Deus nos deu o Evangelho para revelar – como Paulo ensina em 2 Timóteo 1.10 – coisas que dizem respeito à alma e à incorruptibilidade do corpo: <em>“&#8230; nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho&#8230;”</em>, e quer que tenhamos, como afirma em Hebreus 6.11, <em>“&#8230; completa certeza da esperança”</em> , porque, <em>“</em><em>se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens”</em>, como Paulo pondera em 1 Coríntios 15.19.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Senhor Deus Todo-Poderoso, não queremos ousar no conhecimento do Teu plano para nós além do que Tu permites, mas se for de Tua vontade, Senhor, concede-nos a graça de – com base na Tua Palavra – descortinarmos aquilo que tens preparado para nós após a nossa morte. Não nos move nenhum sentido especulativo, pois confiamos inteiramente em Ti, e só queremos Te adorar em espírito e em verdade, mas temos a esperança de que este conhecimento possa vir a tranquilizar mentes e corações ansiosos e inseguros quanto ao futuro. Em nome de Cristo Jesus oramos agradecidos. Amém.</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><strong><em><strong>(Continua na próxima semana com o tema <em>Reflexões Sobre a Existência Humana: Ressurreição</em>)</strong></em></strong></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">
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